Área de atuação

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São oferecidos serviços na área da construção civil de acordo com as necessidades do cliente, buscando a melhor alternativa. As seguintes atividades podem ser desenvolvidas:

  • Obras de Terraplanagem
  • Obras de Drenagem
  • Obras de Pavimentação
  • Obras de Fundação
  • Obras de Saneamento
  • Obras de Concreto
  • Obras de Concreto Pré-Moldado
  • Obras de Impermeabilização
  • Estrutural e Hidráulico
  • Recuperação de Estrutura de Concreto
  • Edificação de Empreendimentos
  • Infra-Estrutura para Telecomunicações
  • Habitação
  • Iluminação Pública
  • Manutenção Elétrica
  • Expansão de Ruas Públicas

  • Infelizmente não conseguimos acessar as cotações

Notícias

  • Economia
  • Política
  • Educação

A liminar concedida na sexta-feira (22) para barrar o ato atendeu ao pedido de um conjunto de sindicatos. Embraer previa assembleia para a próxima terça (26). Embraer informou que vai recorrer da decisão para tentar manter a assembleia na data de convocação BNDES.gov/arquivo Após suspensão por decisão da Justiça Federal, a Embraer informou que vai recorrer para manter a Assembleia Geral dos Acionistas na próxima terça-feira (26) - data da convocação. A assembleia é uma das etapas para decidir o rumo do negócio com a Boeing, que depende do aval dos investidores. A liminar concedida atendeu ao pedido de um conjunto de sindicatos. Essa assembleia prevê votar um plano para formação de uma joint venture (nova empresa) com a Boeing que vai gerenciar os negócios de aviação comercial da companhia brasileira, sob controle da fabricante norte-americana. A decisão que suspende a assembleia, do juiz federal Victorio Giuzio Neto, é liminar. O magistrado diz que a suspensão é prevista 'até que as irregularidades legais apontadas sejam esclarecidas'. Os autores da ação sustentam que identificaram 'riscos ao país' e violações legais decorrentes da realização da transação. A nova empresa foi avaliada em US$ 5,26 bilhões e a Boeing será detentora de 80% dela. Para os sindicatos, a transação entre as fabricantes mascara a aquisição 'pura e simples da empresa nacional, o denominado take over'. Por isso, não se trataria da criação de uma joint venture, mas da aquisição da Embraer. As companhias negam essa afirmação. As entidades querem que por meio de iniciativa parlamentar seja convocado plebiscito para avaliar a vontade popular, com consulta aos cidadãos, sobre o controle acionário da Embraer. O governo tem poder de veto ao negócio, por meio de uma ação especial chamada golden share, mas já adiantou que não pretende fazer uso dela na negociação entre Boeing e Embraer. O documento cita, ao todo, 25 itens considerados pelos autores da ação como ilegalidades. Entre elas, que a golden share é um mecanismo que deixará de existir na nova sociedade, a exclusão das garantias de emprego e a propriedade intelectual da Embraer ser concedida para o uso da Boeing. Para os sindicatos, há risco de prejuízo aos trabalhadores. Acionistas Uma outra ação, movida por acionistas representados pela Associação Brasileira de Investidores (Abradin) foi extinta nesta semana. Eles argumentavam que os contornos da transação representam risco de prejuízo aos investidores. A Justiça apontou, na ocasião, que a assembleia geral seria o instrumento para que as partes resolvam conflitos. A Abradin informou que vai recorrer.

Seguro ou cancerígeno? Substância continua sendo usada mundo afora enquanto agências de regulação e instituições de pesquisa divergem sobre sua toxicidade. O glifosato é hoje o herbicida mais comum do mundo Unplash Comercializado para agricultores desde 1974, o glifosato é hoje o herbicida mais comum do mundo, mas a discussão científica sobre sua segurança ainda não chegou a uma conclusão clara. Herbicidas são agrotóxicos que matam ervas daninhas que prejudicam a monocultura produzida em uma fazenda. Até pouco tempo atrás, o glifosato era considerado um dos agrotóxicos menos problemáticos, explica o agrônomo Luiz Claudio Meirelles, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz. Princípio ativo de centenas de herbicidas no mercado, ele age inibindo a ação de uma enzima usada pelas plantas invasoras para realizar fotossíntese. Os animais não possuem essa enzima, então, em tese, não deveriam ser afetados pela substância. Essa suposta segurança, aliada ao desenvolvimento de soja geneticamente modificada resistente aos efeitos do glifosato, fez com que ele se espalhasse rapidamente pelo mundo e se tornasse amplamente usado. No entanto, em 2015, a Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc), parte da Organização Mundial de Saúde, concluiu com base em centenas de pesquisas que o glifosato era "provavelmente cancerígeno" para humanos. No Brasil, o glifosato também é permitido, mas está sob reavaliação da Anvisa Divulgação Já a EPA (agência de proteção ambiental americana) continua a insistir que o glifosato é seguro quando usado corretamente. Na Europa, a agência ambiental alemã corroborou essa avaliação da EPA. E os últimos estudos da EFSA (Autoridade Europeia de Segurança Alimentar) e da ECHA (Agência Europeia de Produtos Químicos) foram positivos para a substância. Por causa disso, a Comissão Europeia autorizou o uso do glifosato no continente até 2022, quando voltará a fazer uma avaliação. No Brasil, o glifosato também é permitido, mas está sob reavaliação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2008. Mas qual das entidades afinal está certa sobre o glifosato? Por que as instituições dão informações tão discrepantes sobre a segurança do uso? Ele causa câncer ou não? Objetivos distintos A diferença entre as análises existe pois as instituições usam metodologias diferentes. Elas não baseiam suas conclusões em experimentos próprios, mas sim em pesquisas científicas já publicadas sobre o assunto, explica Letícia Rodrigues, especialista em toxicologia, regulação e vigilância sanitária, e pesquisadora da Universidade Federal do Paraná. Ela afirma que há muitos critérios diferentes para determinar quais estudos são levados em consideração para que aquela instituição chegue a uma conclusão. E há bastante diferença entre ciência acadêmica - produzida nas universidades, com as últimas descobertas - e a ciência regulatória - das agências de regulação, que segue uma série de portarias e protocolos estabelecidos em lei para avaliar os estudos. "O Iarc e a EPA são instituições com objetivos diferentes", afirma Luiz Claudio Meirelles, da Fiocruz. "O Iarc é ligado à OMS, está preocupado com as últimas descobertas na proteção da saúde. Enquanto a EPA e as outras agências têm fins de registro e podem ter um viés econômico muito forte." A possibilidade de que pressões econômicas tenham tido influência na decisão do órgão foi levantada por ativistas nos Estados Unidos, e alguns deputados democratas chegaram a pedir que o Departamento de Justiça investigue se há relações entre funcionário do governo e indústrias de agrotóxicos. Maioria das pesquisas sobre o glifosato não se baseia em experimentos próprios, mas em outras pesquisas já publicadas Unplash Defensores da avaliação das agências afirmam que os resultados são diferentes porque a EPA teve um rigor maior no filtro para os estudos e pesquisas científicas analisados - selecionando apenas estudos nos quais havia peer-review (revisão feita por outros cientistas), credenciamento em boas práticas de laboratório etc. Dizem também que o Iarc (Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer) não detalhou os critérios usados para a análise dos estudos. Mas especialistas em agrotóxicos têm confiança na conclusão do órgão. "A OMS tem um perfil até conservador e o Iarc é muito responsável na sua análise", diz Meirelles. "Os estudos (que apontam que o glifosato é provavelmente carcinogênico para humanos) foram feito por pesquisadores relevantes, publicados em revistas internacionais respeitadas." 'Caminho sem volta' Segundo Luiz Claudio Meirelles, da Fiocruz, o entendimento de que o glifosato é uma substância prejudicial é um "caminho sem volta". "Se você olha como algumas substâncias foram tratadas historicamente, percebe semelhanças. O DDT (pesticida muito usado na segunda metade do século passado), por exemplo. Quando começou a se descobrir seus efeitos cancerígenos, quem tinha interesse econômico fez de tudo para negar", afirma ele. "Mas a ciência independente foi avançando, comprovando que os malefícios eram verdadeiros, e não havia mais como negar. Hoje, o DDT é proibido mundialmente. O glifosato é o DDT de hoje, vai passar pelo mesmo processo." E, de fato, o entendimento de que o glifosato é perigoso à saúde, mesmo quando usado corretamente, está se ampliando cada vez mais. No ano passado, a Monsanto foi condenada pela Justiça americana a pagar US$ 289 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) a Dewayne Johnson, que afirma que o câncer que teve em 2014 foi causado pelo uso de um dos agrotóxicos que contêm glifosato da empresa. A Monsanto nega que a substância cause câncer e afirma que vai recorrer da decisão. O processo foi o primeiro alegando que agrotóxicos com glifosato causam câncer a ir a julgamento e gera precedente para centenas de processos parecidos na justiça americana. Na França, o presidente Emmanuel Macron havia prometido acabar com o uso do glifosato até 2021, mas voltou atrás em janeiro deste ano após protestos de fazendeiros e agricultores. "Não é mais viável, vai matar nossa agricultura", disse Macron. O argumento usado pelos agricultores franceses e por outras pessoas contrárias ao banimento da substância é que os agrotóxicos substitutos podem ser piores e menos estudados. Mas, para especialistas como Meirelles, essa é uma forma muito simplista de pensar. "O controle de pragas nem sempre precisa ser feito com substâncias químicas agressivas", diz ele. O fato de informações conflitantes virem de instituições confiáveis cria uma confusão no público sobre os efeitos da substância Pexels "Há várias formas de resolver esse problema. Você tem inimigos naturais, permacultura, uma série de soluções. Hoje a gente usa muito pouco a tecnologia para tentar reduzir o consumo de agrotóxicos. É preciso substituir tecnologias prejudiciais por tecnologias mais avanças, menos nocivas". A questão das abelhas É um fato científico conhecido que alguns pesticidas são responsáveis pela morte de abelhas. As substâncias chamadas neonicotinoides, por exemplo, estão relacionadas ao desaparecimento de colônias nos EUA e na Europa - tanto que muitos produtos com esse princípio ativo foram proibidos na União Europeia. Não havia, no entanto, uma ligação clara entre a morte desses insetos - essenciais para polinização das plantas - e o glifosato. Um novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences expôs as abelhas a níveis da substância encontrados em jardins e plantações e descobriu que, quando ingerido pelas abelhas, o glifosato afeta o micribioma intestinal dos insetos e diminuiu sua capacidade de combater infecções. Pesquisas apontam que glifosato também afeta as abelhas Unplash Após a contaminação, as abelhas expostas a um parasita comum morreram com muito mais frequência do que as que tinham um microbioma saudável por não terem sido expostas ao herbicida. "Precisamos de diretrizes melhores para o uso do glifosato, porque no momento as regras supõem que as abelhas não são prejudicadas pelo herbicida. Mas nosso estudo prova que isso não é verdade", disse Erick Motta, um dos líderes da pesquisa. Confusão e desinformação Apesar de a substância estar sendo cada vez mais pesquisada e entendida no meio cientifico, o fato de informações conflitantes virem de instituições confiáveis cria uma confusão no público sobre os efeitos da substância e abre um espaço propício para a disseminação de desinformação. Nos últimos tempos, dezenas de informações falsas têm sido espalhadas nas redes sociais sobre o glifosato. Foi muito compartilhado, por exemplo, que glifosato causa autismo - informação para a qual não há nenhuma evidência científica. A mentira começou quando Stephanie Seneff, pesquisadora da área de Ciência da Computação no MIT (Massachusetts Institute of Technology), disse em um evento que "o glifosato causará autismo em 50% das crianças até 2025". Tanto o uso do glifosato quanto os índices de autismo aumentaram nos últimos anos, mas não há nenhuma prova de que exista uma relação de causa e efeito entre ambos, segundo médicos e pesquisadores. "O autismo tem sido muito estudado e não tem relação nenhuma com glifosato", explica Ana Arantes, professora da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), pesquisadora do Instituto LAHMIEI/Autismo e BCBA (certificada internacionalmente para trabalhar com a condição). "Não há nenhuma pesquisa científica que relacione glifosato com a condição." Seneff não usou estudo ou pesquisa como base, apenas mostrou um gráfico com o uso de glifosato no mundo e outro com o número de registros de autismo. Segundo a agência Drops, de checagem de informações médicas, ela deduziu sozinha, sem apresentar nenhuma evidência, que um causava o outro. "A cada uma dessas teorias malucas sobre o autismo está atrelado um tratamento, que custa caro e pode ser perigoso", diz Arantes.

Para a forma da lei e também parte da população, legisladores, etc., o criminoso é alguém que tomou uma decisão racional. Pessoas transgridem a lei calculando o custo e benefício do ato. Desse ponto de vista, todo crime é uma escolha. Foi também o raciocínio aplicado por muito tempo à economia. Mas, como sempre como discutimos nesse espaço, se o homo economicus de alguns livros é bom para explicar os incentivos que nos fazem agir, não dá conta de várias facetas do comportamento humano. Para Justin Pickett, economista e professor da Universidade de Albany, isso também vale para a criminalidade. Aversão ao risco, efeito-manada, custo de oportunidade, etc., todos conceitos da economia comportamental, ajudam também a explicar a ocorrência de crimes. Para demonstrar, um estudo reuniu 265 estudantes. Eles foram divididos em três grupos, e cada um assistiu a um vídeo diferente. O primeiro vídeo apenas anunciava uma operação para flagrar motoristas bêbados. Já um segundo vídeo mostrava as possíveis maneiras de um motorista embriagado acabar preso. Por último, o terceiro vídeo, mais incisivo, apontava a alta chance de um motorista bêbado acabar na prisão. Depois do vídeo, todos os participantes leram sobre a seguinte situação: você dirige até um bar a alguns quilômetros de casa para encontrar os amigos e no fim da noite bebeu além da conta. Foram feitas então duas perguntas: Se quiser voltar dirigindo, qual a chance de você ser preso? Se for dirigir, o quanto você teme ser preso? Gráfico compara resposta de pessoas sobre o risco de prisão ao dirigir Reprodução / “Using Behavioral Economics to Advance Deterrence Research and Improve Crime Policy” Só anunciar maior repressão ou possíveis modos de flagrar os motoristas não alterou muito a percepção – 52 a 50% – e nem o temor de ser preso – 79% em ambos os casos – dos participantes. Mas e quanto ao grupo com mais certeza da punição? Houve aumento sensível tanto da percepção do risco (69%) como do temor da prisão (89%). Muitos políticos e especialistas debatem o efeito de leis mais rigorosas sobre a criminalidade. O experimento sugere que funciona muito mais cumprir a lei: os criminosos temem muito mais ir para a prisão do que o tempo que vão ficar presos. O resultado é corroborado pela segunda parte do experimento. Alguns pesquisadores especulam que muitos criminosos agem de maneira quase automática, escolhendo seus alvos com base em poucas informações em vez de calcularem o que têm a ganhar antes de agir. Uma mulher com uma bolsa grande, por exemplo, atrairia mais ladrões mesmo sem nenhuma indicação de que carrega algo de grande valor. Os pesquisadores testaram a hipótese exibindo ao mesmo grupo fotos diferentes de mulheres com uma bolsa maior ou menor. Fotos de mulheres com bolsas de tamanhos diferentes foram utilizadas em estudo Reprodução/"Using Behavioral Economics to Advance Deterrence Research and Improve Crime Policy" O conteúdo era desconhecido, mesmo assim os participantes opinaram que havia US$ 417 na bolsa maior e US$ 276 na menor. Quase 6 em cada 10 pessoas também disseram que seria mais fácil roubar a bolsa grande enquanto 4 em 10 achavam mais fácil roubar a pequena. Os resultados foram publicados em 2018 no "Crime & Delinquency Journal". Há uma razão para economistas estudarem o crime: seu custo é de R$ 256 bilhões ou 4,38% do PIB por ano no Brasil, calculados em 2018 pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Nos Estados Unidos, segundo alguns trabalhos, alcança US$ 1 trilhão anuais. Esses estudos não defendem que criminosos não fazem escolhas. Mostram, no entanto, que o impulso para o crime é mais complexo. Fornecem, assim, subsídios para se debater o sistema penal e políticas de combate à criminalidade mais eficientes.

 Hollerbach, um dos sócios de Marcos Valério, foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato. Ramon Hollerbach na época da prisão em 2013 Reprodução/TV Globo O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta terça-feira (31) que o ministro Edson Fachin rejeitou um pedido da defesa de Ramon Hollerbach para revisão criminal da pena na Ação Penal 470, o mensalão do PT. Ainda de acordo com o Supremo, os advogados de Hollerbach pretendiam desconstruir parte da condenação dele e absolver o publicitário, um dos sócios de Marcos Valério; ou como alternativa, tentaram a revisão da pena privativa de liberdade. A defesa alegou que, com a absolvição dos réus quanto ao crime de quadrilha, ficou definitivamente rechaçada a tese do mensalão, conforme o STF. O relator considerou que o pedido “não se funda em novas provas descobertas após a condenação, bem como que os argumentos e fatos que a defesa pretendeu comprovar não são aptos a desconstituir, ainda que parcialmente, o título condenatório”. O advogado Estevão Ferreira de Melo afirmou que vai recorrer da decisão, assim que for intimado oficialmente. Ele disse ainda que novas “provas robustas” foram apresentadas para a redução da pena e o ministro as desconsiderou. Ramon Hollerbach foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato no mensalão do PT cumpre pena na Associação de Proteção ao Condenado (Apac) de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Banqueira foi condenada à prisão pelo tribunal, em 2012, no julgamento do mensalão. Benefício foi concedido pelo ministro Luís Roberto Barroso, responsável pela execução das penas. Kátia Rabello estava cumprindo prisão em regime aberto desde novembro do ano passado Reprodução/TV Globo O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o benefício da liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello, condenada no julgamento do mensalão por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas. Kátia Rabello foi condenada pelos ministros do STF, em novembro de 2012, a 16 anos e 8 meses de prisão por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta de instituição financeira. Posteriormente, a Corte acolheu um recurso da defesa da banqueira e excluiu o crime de formação de quadrilha, cuja pena havia sido definida em 2 anos e três meses. Com esta mudança, a pena da ex-presidente do Banco Rural ficou fixada em 14 anos e 5 meses de prisão. Ela começou a cumprir a pena de 14 anos de prisão em novembro de 2013, progrediu para o semiaberto (no qual somente dorme na prisão) em dezembro de 2015 e passou para o regime aberto (onde cumpre pena fora da prisão) em novembro do ano passado. Na liberdade condicional, o condenado continua em liberdade até o final de sua pena, que pode ser extinta posteriormente se não voltar a cometer crimes e caso se apresente regularmente à Justiça. Relator da execução penal do processo do mensalão, o ministro Luís Roberto Barroso registrou na decisão que autorizou a ex-banqueira a cumprir prisão condicional que Rabello cumpriu todos os requisitos para obtenção do benefício, como, por exemplo, se sustentar com trabalho honesto. “Se trata de requerente primária e de bons antecedentes, havendo nos autos atestado carcerário emitido pelo Complexo Penitenciário Feminino de Belo Horizonte/MG, no sentido de que não consta registro de cometimento de falta disciplinar em desfavor da sentenciada”, escreveu o ministro em trecho da decisão.

Simone Vasconcelos foi condenada no julgamento do mensalão a 12 anos e 7 meses por corrupção, lavagem e evasão; MP recomendou benefício por bom comportamento. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso concedeu liberdade condicional a Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério, apontado como operador do esquema de corrupção conhecido como mensalão. Com a decisão, proferida na semana passada, Simone deixa de cumprir o restante da pena na prisão, desde que atenda a uma série de condições determinadas pela Justiça. No julgamento do mensalão, ela foi condenada a 12 anos, 7 meses e 20 dias de prisão. No início de novembro, já havia cumprido os requisitos para obter o livramento: passou 3 anos na prisão e trabalhou por quase 1 ano e 3 meses, obtendo redução no total da pena. O livramento condicional foi recomendado pelo próprio Ministério Público, responsável pela acusação. Além do tempo presa, Simone Vasconcelos recebeu atestado de bom comportamento no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto e de bom desempenho no trabalho. Desde julho de 2015, ela passou a trabalhar numa clínica de fisioterapia em Belo Horizonte. Por fim, a ex-funcionária de Marcos Valério apresentou uma carta de concessão de aposentadoria demonstrando que seria capaz de prover a própria subsistência. Condenada por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, Simone Vasconcelos se entregou à polícia em novembro de 2013, após a rejeição de recursos contra a condenação apresentados ao STF. Ela chegou a ser levada para Brasília, onde ficou detida até dezembro, quando foi transferida para a capital mineira.

Tribunal quer entender se ainda há profissionais que recebem acima do teto de R$ 23 mil, valor dos vencimentos mensais do governador. Praça do Relógio, na Cidade Universitária da USP, em São Paulo Divulgação/USP Os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) determinaram nesta sexta-feira (22) que USP, Unesp e Unicamp expliquem, em 10 dias, o pagamento de supersalários a funcionários das universidades estaduais. (A reportagem errou ao informar inicialmente que o TCE havia suspendido o pagamento dos supersalários. A matéria foi corrigida às 17h40) A decisão atende pedido de medida cautelar do Ministério Público de Contas e mira os servidores cujos vencimentos são superiores aos do governador João Doria (PSDB), de cerca de R$ 23 mil por mês. No despacho, os conselheiros Renato Martins Costa, Dimas Ramalho e Cristiana de Castro Moraes alegam que o Supremo Tribunal Federal (STF) já determinou a inconstitucionalidade dos pagamentos superiores ao teto em novembro de 2015. Os reitores da Unesp, da Unicamp e da USP têm até dez dias para explicar ao Tribunal se ainda há supersalários na universidade, se os valores foram corrigidos e quais providências serão tomadas. Os reitores deverão ainda explicar como estão sendo feitos os gastos com pessoal, já que representações da Procuradoria do Tribunal sugerem que há casos que possam estar infringindo a lei. Nos próximos meses, os conselheiros do TCE vão decidir se os servidores que receberam os supersalários deverão ou não devolver os valores pagos a mais e se serão suspensos os pagamentos. Em nota, a Unicamp afirmou que "reitera que não há supersalários na Universidade". "A Unicamp não foi notificada pelo Tribunal de Contas do Estado sobre esse tema. A Unicamp cumpre rigorosamente as decisões do Tribunal de Contas, inclusive no que diz respeito ao teto remuneratório, situação que já foi apreciada pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A Unicamp lamenta a divulgação de informações equivocadas, que distorcem a realidade e confundem a sociedade", diz a nota. A Unesp informou, por meio de nota, que em 2014, "seguindo orientação dada na época pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), as universidades determinaram o 'congelamento' dos salários de seus servidores que extrapolavam o teto constitucional, medida posteriormente respaldada em uma decisão judicial que considerou legal esse 'congelamento'; Desde então, esse grupo de funcionários da Unesp passou a ter a parcela extrateto especificada em seus holerites e não recebeu mais nenhum aumento em seus vencimentos, como pode ser verificado no Portal da Transparência. Além disso, todos os funcionários da Universidade que estariam hoje acima do teto constitucional estão submetidos a um redutor constitucional, respeitando rigorosamente a legislação em vigor. A Unesp entende assim que cumpre as recomendações do TCE, sem danos ao erário público. O reitor vai prestar as informações necessárias ao Tribunal de Contas do Estado, respeitando o prazo estipulado", diz a nota. Relatório do MP O relatório do MP de contas foi entregue ao TCE em 7 de fevereiro. No documento os procuradores Thiago Pereira Lima e João Paulo Girodano alegam que, só em 2015, USP, Unesp e Unicamp tiveram, juntas, prejuízo de R$ 62 milhões com o pagamento dos supersalários. Naquele mesmo ano, as universidades foram advertidas pelo Ministério Público, mas continuaram com a prática. “Essas decisões do Tribunal de Contas são importantes para impedir, neste momento, os pagamentos acima do teto”, disse o procurador Lima. Ele acrescentou que será apurado no curso do processo a relação de todos os servidores que receberam valores indevidos “para que seja determinada a devolução desde 18 de novembro de 2015”, data em que o STF determinou a inconstitucionalidade dos supersalários.

Alunos e moradores limpam o canteiro em frente ao campus e recolhem lixo e material que podem servir de criadouros, na tarde desta quinta-feira (21). Calouros da USP realizam trote solidário contra a dengue em São Carlos Os calouros da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) participam de um trote diferente e útil à comunidade, na tarde desta quinta-feira (21). Eles foram convocados para limpar a área na frente do campus 2, na Avenida João Dagnone, no bairro Santa Angelina. As tarefas dos “bixos” são a roçagem do canteiro central e o recolhimento de lixo e materiais que podem servir de criadouros do mosquito da dengue. Os moradores da região também foram convidados a participar do trabalho. Alunos da USP e moradores de São Carlos limpam terreno e recolhem materiais que podem servir de criadouros para o mosquito da dengue. Reprodução EPTV A ideia foi da ONG Formiga Verde e conta com a colaboração da prefeitura que forneceu um caminhão para a retirada do material coletado. São Carlos tem 47 casos de dengue confirmados em 2019. Segundo a estudante Amanda Figur, o objetivo da ONG é manter o trabalho ao longo do ano. “Esse é um trabalho que a ONG quer levar para frente, o objetivo é a gente fazer a limpeza e os moradores manterem a área limpa”, disse. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.

Eventos de leitura de livros estão se deslocando de grandes metrópoles para incluir também, cidades rurais e conservadoras dos Estados Unidos; reação tem sido mista. Eventos de leitura de livros por drag queens estão se deslocando de grandes metrópoles para incluir também, cidades rurais e conservadoras dos Estados Unidos. A reação tem sido mista BBC Um grupo de drag queens está no centro de uma pequena sala, em uma biblioteca pública de Greenville, na Carolina do Sul. As roupas coloridas e a maquiagem forte contrastam com as paredes beges do ambiente. As crianças entram e olham rapidamente para elas, antes de começar a correr e brincar. Drag queens leem histórias a crianças em livrarias e escolas dos EUA para incentivar respeito à diversidade "Há cinco drag queens andando pela sala e nenhuma criança veio até aqui dizer que somos esquisitas", diz a drag queen Rylee Hunty. "Crianças vivem no seu próprio mundo da fantasia e nós nos enquadramos nele." As crianças sentam-se no chão e Rylee começa a ler. Depois de uma ou duas páginas, ela é interrompida por uma menina que a chama de "princesa" e oferece uma pulseira. O clima de descontração dentro da biblioteca contrasta com a cena que se vê do lado de fora. Policiais armados monitoram manifestantes contrários e a favor do projeto de leitura liderado pelo grupo de drag queens. Os dois grupos gritam palavras de ordem um ao outro, debaixo da chuva. Rylee Hunty ajudou a organizar o evento em Greenville BBC O "Drag Queen Story Hour" (Hora da leitura drag queen) foi criado em San Francisco em 2015 e, desde então, tem se espalhado pelos Estados Unidos e o mundo. Segundo o site oficial da iniciativa, a "DQSH captura a imaginação e o jogo da fluidez de gênero da infância", e permite que as crianças "possam ver pessoas que desafiam restrições rígidas de gênero e imaginar um mundo onde pessoas se vestem como querem". Agora, quem defende o projeto quer que ele chegue ao religioso e conservador meio-oeste americano. Jonathan Hamilt, membro do Drag Queen Story Hour em Nova York, disse à BBC News que ele viu um "crescimento exponencial no número de eventos nos Estados rurais, mais conservadores e localizados ao sul dos Estados Unidos". Grupo de manifestantes se reuniu na frente da biblioteca de Greenville para protestar contra o projeto de leitura por drag queens BBC "Tivemos eventos no Nebraska, em Indiana e no Alabama. Acho que, em parte, é uma reação ao cenário político dos Estados Unidos." Hamilton diz que eventos em áreas rurais costumam enfrentar mais protestos. "As pessoas tendem a ser mais conservadoras. E o medo delas pode se manifestar como raiva." Rylee diz que sua intenção é mostrar para as crianças de Greenville que existe diversidade na cidade. "Eu soube desde cedo que eu era diferente. Se eu tivesse tido contato com isso mais cedo, talvez eu tivesse sido mais feliz no ensino médio e menos confusa, triste e ansiosa", diz. Famílias que apoiam o projeto de leitura também organizaram uma manifestação em defesa das drag queens BBC "Eu me sentia uma pessoa ruim. Você está no sul dos Estados Unidos. (As pessoas pensam) que, se você é gay ou diferente, você vai para o inferno." Esse mesmo sentimento é compartilhado por Princesa Mocha, outra drag queen que participa do projeto de leitura. Ela caminha por entre as crianças de salto alto e macacão rosa, perguntando se o animal preferido do grupo é girafa ou elefante. A polícia fechou ruas para garantir a segurança em frente à biblioteca, diante do clima hostil BBC Os olhos das crianças seguem Mocha, atentos. "Vocês vão mover montanhas, crianças", lê ela, antes de fazer uma pausa e olhar para o público. "Vocês realmente vão", acrescenta. No dia do evento, as ruas ao redor da biblioteca foram fechadas, e a segurança foi reforçada diante da ameaça de violência contra o público que resolveu assistir e participar do Drag Queen Story Hour. Amanda Osborne, uma das organizadoras, disse que se assustou com as "ameaças veladas e diretas contra os participantes e as drag queens". "Desde a semana passada há guardas armados em frente à biblioteca local." Elizabeth e David Truby levaram o filho de 20 meses à leitura na bliblioteca para 'apoiar as pessoas que são marginalizadas' BBC A oposição ao projeto foi liderada pelos grupos de Facebook "GOP Politics South Carolina" e "Greenville Tea Party", que organizaram uma "reunião comunitária pró-família" para coincidir com o horário da leitura. "Eles estão ativamente promovendo o pecado e o que é errado, e estão fazendo isso com crianças", argumenta Jan, uma das manifestantes presentes ao protesto do lado de fora da biblioteca. "O que eles fazem nas suas próprias casas e em algumas casas noturnas entre adultos que podem dar consentimento, tudo bem. Mas não envolvam crianças." A biblioteca, como uma instituição pública, está sob proteção da Primeira Emenda da Constituição Americana, que garante a liberdade de expressão. A manifestantes contrários ao evento disseram alegam que as drag queens estão 'doutrinando' as crianças BBC Num comunicado, os administradores da biblioteca disseram que "áreas de reunião são disponibilizadas de maneira equitativa, independentemente das crenças e filiações dos indivíduos ou grupos que requisitam o espaço". Jan discorda. "Era preciso seguir padrões comunitários de decência", diz ela. "Se um grupo não segue essas regras, ele não deveria poder fazer reuniões na biblioteca." Jan relaciona o evento das drag queens com o que diz ser uma tendência nos Estados Unidos. "Eu não vejo porque os direitos delas deveriam atropelar os nossos. Parece que é isso que sempre acontece na nossa sociedade. Elas querem ser consideradas vítimas e ter direitos especiais", argumenta. Segundo organizadores do evento, a ideia é mostrar para as crianças de Greenville que existe diversidade na cidade BBC Em resposta aos protestos contra o evento, várias pessoas que apoiam o projeto também compareceram à biblioteca. Apesar da controvérsia, ou talvez graças a ela, o evento recebeu um público grande e novos dias para leituras foram marcados. Amanda Garrett sempre viveu no sul dos Estados Unidos. "Eu fico incomodada em ver pessoas se dizendo conhecedoras da moral do sulista ou que se apresentam como donas dos valores da comunidade", critica. O filho dela, Alex, passou a tarde na biblioteca, participando da leitura. "As drag queens estão se divertindo e parecem confiantes em ser quem são. Se Alex quiser, ele pode ser assim também", diz Amanda Garrett. Amanda Garrett levou o filho, Alex, para o evento de leitura BBC Christia Spears Brown é professora de psicologia da Universidade de Kentucky e estuda desenvolvimento de gênero em crianças. Ela diz à BBC News que eventos como esse podem "ter efeitos positivos em crianças pequenas, se elas se sentirem capazes de se expressar". "Por outro lado, sabemos que pode haver impacto negativo em crianças que possam ser alvo de pressão para se enquadrar nos padrões predominantes", diz Brown. "Essas crianças não são psicologicamente estáveis." De qualquer maneira, Brown destaca que a "cultura pode apoiar ou não a identidade de gênero de uma criança, mas não criar essa identidade". "É preciso deixar claro que você não pode fazer uma criança virar gay ou transgênero. A grande maioria das pessoas LGBT cresceu tendo heterossexuais como modelo", afirma. "A frequência com que um estereótipo de gênero tradicional é reforçado - toda a vez em que uma criança usa um banheiro masculino ou feminino e é chamada de menino ou menina - é muito maior que as vezes em que há um questionamento de gênero, como a leitura de um livro por uma drag queen." Análise de Wayne Wiegan, professor de biblioteconomia da Universidade do Estado da Flórida. A tradição de eventos de leitura nos Estados Unidos começou em 1800, em Hartford, no Estado de Connecticut. Caroline Hewins criou um programa de leitura em voz alta e, ao final do século 19, esse tipo de evento se tornou comum em todo o país. As bibliotecas públicas fizeram um bom trabalho convencendo o público de que agia de forma imparcial. Mas, ao longo da história, elas tiveram respostas inconsistentes à Primeira Emenda da Constituição americana. No início do século 20, reuniões entre socialistas e comunistas eram permitidas nas bibliotecas. Mas, durante a Guerra Fria, isso deixou de ser verdade. Durante o movimento por direitos civis nos EUA, houve vários protestos por famílias negras contra leituras do livro Little Black Sambo em bibliotecas públicas. O livro era acusado de ser racista e vários estabelecimentos o retiraram das prateleiras. A passagem do tempo tem a tendência de modificar os horizontes morais. J

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Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Segundo autoridades colombianas, pelo menos 23 membros de diferentes forças militares da Venezuela fugiram para Colômbia durante confrontos neste sábado (23). Um manifestante tenta deter a violência ao se apresentar diante de soldados em Ureña, na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia Fernando Llano/AP Pelo menos 23 membros das Forças Armadas da Venezuela e dois policiais do país desertaram neste sábado (23) enquanto membros da oposição tentavam forçar a entrada da ajuda humanitária no território venezuelano, confirmaram autoridades colombianas. "Neste momento 23 membros das diferentes Forças Armadas da Venezuela se aproximaram da Migração a Colômbia fugindo da ditadura de Nicolás Maduro", segundo o órgão de migração da Colômbia. Segundo o relatório oficial, até o momento desertaram "duas mulheres da Polícia Nacional Bolivariana, um membro das Forças Especiais (FAES), um condutor de um tanque da Guarda Nacional, 18 membros da Guarda Nacional Bolivariana, dois deles com suas famílias, e um oficial da Marinha venezuelana". No total, 22 membros das Forças Armadas se entregaram no departamento colombiano de Norte de Santander, do qual Cúcuta é a capital, e outro fez o mesmo na região de Arauca. O processo de deserção começou na manhã de hoje, quando quatro membros da Guarda solicitaram a proteção das autoridades da Colômbia na cidade de Cúcuta, informaram fontes oficiais. Três deles usaram um blindado para romper barreiras que haviam sido instaladas em uma ponte para bloquear a entrada de ajuda. "Três membros da guarda venezuelana acabam de desertar da ditadura de Nicolás Maduro na Ponte Internacional Simón Bolívar e solicitaram a ajuda da Migração da Colômbia", indicou o órgão em uma curta mensagem enviada aos veículos de imprensa. Posteriormente, a Migração acrescentou que um sargento venezuelano também desertou das fileiras na Ponte Francisco de Paula Santander. Além deles, um tenente de fragata da Marinha Bolivariana e um major da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) se uniram ao grupo de desertores. O militar cruzou o rio Arauca, no departamento de mesmo nome, e chegou até onde havia membros do Ministério Público da Colômbia e pediu proteção. "Não estou desertando, mas me somo à causa da ajuda humanitária", disse o tenente em declarações a jornalistas. Por sua vez, o maior Hugo Enrique Parra Martínez, da Forças Armadas, reconheceu na ponte de Tienditas, em Cúcuta, o presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, e afirmou que "lutará com o povo venezuelano". Além disso, um número não determinado de membros da Polícia da Venezuela que bloqueavam a passagem da ajuda humanitária pela Ponte Internacional Simón Bolívar desertaram e passaram para o lado colombiano da fronteira.

Militares venezuelanos reagiram e atiraram bombas de gás lacrimogêneo. Venezuelanos atacam posto do Exército da Venezuela na fronteira com o Brasil Manifestantes lançaram coquetéis molotov contra base do Exército da Venezuela na fronteira com o Brasil, em Pacaraima (RR) por volta das 18h20 deste sábado (23). Os militares venezuelanos reagiram com bombas de gás lacrimogêneo cerca de dez minutos depois. Protesto de venezuelanos na fronteira com o Brasil; guardas reagem com gás lacrimogêneo Alan Chaves/G1 Polícia brasileira orienta manifestantes a retornarem para o lado brasieiro em conflito na fronteira com a Venezuela Alan Chaves/G1 RR Bombas de gás lacrimogêneo são jogados em manifestantes na fronteira, em Pacaraima Alan Chaves/G1 RR De acordo com informações preliminares, os coquetéis molotov foram atirados por venezuelanos que vivem no Brasil em direção ao posto militar da Venezuela. Depois, houve outra confusão, em que manifestantes e soldados venezuelanos jogaram pedras uns nos outros. Há também relatos de tiros com armas de fogo. Imagens mostram uma caminhonete da Guarda Nacional Bolivariana incendiada depois do tumulto. Espaço da guarda venezuelana é incendiado com coquetel molotov na fronteira Alan Chaves/G1 RR Equipes do batalhão de choque da Polícia Militar de Roraima e da Força Nacional se dirigiram até a fronteira. As forças de segurança brasileira pediram que os manifestantes se afastem e parem de atirar objetos contra os militares venezuelanos. Por volta das 19h20, policiais e militares brasileiros começaram a dispersar os manifestantes que continuavam perto da fronteira com a Venezuela. Força Nacional e Batalhão de Choque reforçam segurança no lado brasileiro da fronteira após confusão entre manifestantes e guardas venezuelanos Alan Chaves/G1 RR Um civil venezuelano passou mal com gás e é atendido pelo Exército em Pacaraima Emily Costa/G1 RR Um civil venezuelano passou mal e recebeu atendimento em hospital de campanha montado no posto do Exército Brasileiro. Segundo manifestantes, ele estava desacordado, mas sem ferimentos aparentes. Até o momento, não há mais informação sobre feridos. Caminhões com ajuda humanitária O confronto ocorreu pouco tempo depois de caminhões com a ajuda humanitária retornarem ao lado brasileiro na fronteira após tumulto entre voluntários. Luiz Silva, deputado da Assembleia Nacional pelo partido Ação Democrática – de oposição a Nicolás Maduro – disse que os caminhões foram tirados da fronteira "para proteger a ajuda, para resguardar". Maioria das pessoa recua para o lado brasileiro da fronteira após guardas venezuelanos reagirem com bombas de gás lacrimogêneo Alan Chaves/G1 RR Coquetéis molotov feito por manifestantes em confusão na fronteira do Brasil com a Venezuela Alan Chaves/G1 RR Pacaraima é a cidade brasileira onde o governo do Brasil e a oposição ao chavismo liderada por Juan Guaidó estabeleceram ponto de coleta para ajuda humanitária. Os carregamentos de comida, remédios e itens de higiene deveriam chegar neste sábado, mas o regime de Nicolás Maduro fechou as fronteiras com o Brasil. Houve protestos ao longo do dia. A outra cidade é Cúcuta, na Colômbia, onde Maduro bloqueou a ponte ligando os dois territórios para impedir a passagem dos caminhões. Grande parte da ajuda humanitária continua retida no local, que também registrou confronto neste sábado. O líder oposicionista venezuelano Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países – incluindo o Brasil – discursou neste sábado em Cúcuta. Com ele, estavam os presidentes da Colômbia, Chile e Paraguai, além do ministro de Relações Exteriores brasileiro, Ernesto Araújo. Eles exigiram a chegada pacífica da carga ao território venezuelano. Do lado venezuelano da fronteira, houve confrontos que deixaram ao menos três mortos neste sábado, informou uma médica ao G1. Todos eles na cidade Santa Elena de Uairén, a 15 km do Brasil. Fronteira entre Brasil e Venezuela Rodrigo Sanches/G1 Initial plugin text

Carla Servitá, que trabalha em hospital de Santa Elena, na Venezuela, chegou a Roraima em ambulância junto com ferido na tarde deste sábado (23). Ambulância transporta feridos da Venezuela para o Brasil Alan Chaves/G1 Três pessoas morreram e pelo menos outras quinze ficaram feridas à bala na cidade de Santa Elena, que fica a 15 km da fronteira com o Brasil, neste sábado (23), de acordo com relato da médica venezuelana Carla Servitá. Ela veio ao Brasil com um dos feridos em uma ambulância. Na tarde deste sábado, mais duas ambulâncias tiveram a passagem liberada na fronteira com Roraima. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Roraima (Sesau-RR), até as 17h49, cinco pessoas com ferimentos de bala de fogo haviam sido transferidas em ambulâncias do hospital Rosário Vera Zurita, onde Servitá trabalha, para o município de Pacaraima, em Roraima. A Secretaria também informou que todos estavam em deslocamento para o Hospital Geral de Roraima. Servitá afirmou que nesta sexta-feira (22) uma pessoa morreu e pelo menos 20 pessoas ficaram feridas à bala em Santa Elena. O Parlamento Venezuelano, com a oposição como maioria, afirmou em uma coletiva de imprensa que até às 17h deste sábado quatro pessoas foram mortas e mais de 20 foram feridas por bala na fronteira com o Brasil, de acordo com a Agência EFE. Até a manhã deste sábado, os hospitais de Roraima já haviam recebido 11 venezuelanos feridos. Desses, oito ainda estão internados em Boa Vista. Os demais receberam alta e foram liberados, informou em nota a Sesau. Entre os feridos atendidos, nove são indígenas e vítimas do confronto com militares em Kumarakapay. Os outros quatro ainda não se sabe oficialmente em que circunstâncias foram machucados. Ambulância chega ao Hospital Geral de Roraima Jackson Felix/G1 Segundo a médica, dois feridos que chegaram ao Brasil neste sábado estão em estado grave. Ela informou a situação de quatro vítimas: um levou quatro tiros, um em cada braço, um no abdômen e outro na bacia; o outro levou um tiro na parte superior do abdômen; o terceiro foi baleado na perna; e o último na região do tórax. Carla Servitá, médica venezuelana Alan Chaves/G1 Ela relatou que o clima na cidade de Santa Elena é de tensão e desordem, mas disse não saber de conflitos porque estava no hospital. Mais cedo, Thomas Silva, representante do governo do líder opositor Juan Guaidó, afirmou que houve conflitos na cidade de Santa Elena. “A última informação que temos é que há enfrentamentos, mas nada certo", disse. Carla afirmou que há apenas uma ambulância disponível para transportar os feridos. O Corpo de Bombeiros enviou uma ambulância para Pacaraima para ajudar no translado dos venezuelanos. "Se houver necessidade de enviar outra nós vamos mandar”, informou o comandante da corporação, coronel Jean Hermógenes. O comandante disse que normalmente não há ambulâncias de bombeiros em Pacaraima e que essa foi enviada na tarde da sexta-feira por conta dos conflitos na Venezuela. A ambulância tem macas, três socorristas e itens de primeiros socorros. Ambulância cruza fronteira da Venezuela em direção ao Brasil

Equipe diplomática colombiana na Venezuela terá 24 horas para deixar o país. Líder chavista chamou presidente da Colômbia, Iván Duque, de 'diabo'. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, faz pronunciamento após fechar fronteira para evitar ajuda humanitária Manaure Quintero/Reuters Nicolás Maduro anunciou neste sábado (23) que rompeu as relações "políticas e diplomáticas" com a vizinha Colômbia. Durante discurso a apoiadores, o líder chavista deu 24 horas para que toda a equipe consular deixe a Venezuela. Maduro chamou de "fascista" o governo colombiano, do presidente Iván Duque – um dos primeiros a reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Duque participou das manifestações em Cúcuta, na Colômbia, em defesa da passagem dos carregamentos com a ajuda humanitária (leia mais no fim da reportagem). Maduro rompe relações diplomáticas com a Colômbia "Nunca antes um presidente da Colômbia havia caído tão baixo e feito o que fez contra a Venezuela como o senhor Duque", disse o venezuelano. Maduro ainda comparou o presidente colombiano com "diabo" e "Satanás". "Ele tem cara de anjinho [...] mas é o diabo, o Iván Duque, é o diabo em pessoa", provocou Maduro. Discurso de Maduro O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, dá entrevista coletiva após fechar fronteira para ajuda humanitária Reprodução/GloboNews No mesmo discurso desta tarde em Caracas, Maduro acusou os opositores que tentam entrar com ajuda humanitária de serem "traidores". "É uma ordem que dou ao povo, aos militares patriotas, a todas as forças armadas bolivarianas. Se vocês amanhecerem um dia com a notícia de que fizeram algo com Nicolás Maduro, saiam as ruas", afirmou. Maduro disse, ainda, que está disposto a pagar ao Brasil pelos insumos. "Estamos dispostos como sempre estivemos a comprar todo o arroz, todo o açúcar, todo leite em pó que vocês quiserem vender", disse. "Não somos maus pagadores, nem mendigos, somos gente honrada e que trabalha. Querem o que? Trazer caminhões com leite em pó? Eu compro agora", acrescentou Maduro. Pronunciamento de Guaidó Guaidó fez pronunciamento na manhã deste sábado (23), na cidade de Cúcuta, na Colômbia, fronteira com a Venezuela. REUTERS/Marco Bello Do outro lado do impasse, Juan Guaidó – reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países – exigiu que o governo venezuelano aceite ajuda externa em pronunciamento conjunto em Cúcuta – cidade colombiana na fronteira com a Venezuela onde parte das cargas de comida e medicamentos está armazenada. Participaram do evento o presidente da Colômbia, Iván Duque, e o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo. O presidente da Colômbia, Ivan Duque, discursou ao lado de Guaidó na manhã deste sábado (23), na fronteira entre o país e a Venezuela. REUTERS/Luisa Gonzalez Após o discurso, Guaidó partiu em direção ao país acompanhando comboio com mantimentos para tentar furar o bloqueio de Maduro. Os dez caminhões na fronteira com a Colômbia se preparam para deixar a cidade em direção à Venezuela. A oposição ao regime chavista marcou para este sábado o dia 'D' para recebimento de doações de outros países, mas esse apoio é rejeitado por Maduro. Há protestos nas fronteiras entre o Brasil e a Venezuela e entre a Colômbia e a Venezuela — onde há pelo menos um ferido. O governo venezuelano fechou as fronteiras com os países nesta quinta e sexta. Initial plugin text

Fronteiras com o Brasil e a Colômbia registram protestos. Maduro faz discurso em praça pública. Fronteiras com o Brasil e a Colômbia registram protestos. Maduro faz discurso em praça pública.