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INAUGURAÇÃO DO RESIDENCIAL LUIZ BEZERRA TORRES

Nesta segunda-feira (28),  sera entregue e inaugurado o Empreendimento Residencial Luiz Bezerra Torres I e II, ao todo serão entregues mais de 2400 unidades habitacionais. o Empreendimento foi dividido em duas etapas, o Residencial Luiz Bezerra I e  Luiz Bezerra II, possuindo respectivamente 1136 e 1268 apartamentos. Situado no Município de Caruaru-Pe, mais de 9600 pessoas serão beneficiadas com as novas moradias.

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POLÍTICA AMBIENTAL

NESTE DOCUMENTO A EMPRESA DESTACA QUE O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL É IMPORTANTE PARA A FUTURA PROSPERIDADE DA EMPRESA E DA SOCIEDADE EM GERAL. A ADOÇÃO E APLICAÇÃO DE LEIS SOLIDAS EFETIVAS E RESPONSÁVEIS, PROTEGENDO A SAÚDE DO MEIO AMBIENTE SÃO DE INTERESSE DA 2MS ENGENHARIA LTDA.

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Obra de contenção de encosta é visitada pelo prefeito de Salvador

Ontem (25/08) o prefeito de salvador, ACM Neto, acompanhado do secretário de infra -estrutura e defesa civil, Paulo Fontana, realizou uma visita à obra de contenção de encostas que está sendo realizada pela 2MS engenharia no alto do Saldanha, bairro de Brotas. A intervenção foi realizada em uma área de 50 metros e que representava risco aos imóveis e a passagem da rua.

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Entrega de Obra “Minha Casa, Minha Vida” no município de Catu

Nesta segunda-feira (15/06), no bairro Bom Viver,  foram entregues mais 463 residências pelo programa Minha Casa Minha Vida através de um investimento de 26 milhões. O Residencial Antonio Carlos Costa conta com residências de 45 metros quadrados onde se distribuem 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. Conta também com uma área comum que incluem de 2 centros comunitários, parque infantil e dois campos de futebol.

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Entrega de Obra “Minha Casa, Minha Vida” no município de Teixeira de Freitas

Nesta sexta-feira (29) a 2MS orgulhosamente entregou mais uma obra Minha Casa, Minha Vida.

Desta vez a cidade beneficiada foi Teixeira de Freitas através do novo Residencial Padre José melhorando a vida de cerca de 2400 pessoas com 60 mil metros quadrados de área que incluem ainda uma infraestrutura para uso da comunidade local como: quadra poliesportiva, áreas de convivência e escola.

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Entrega de Obra “minha casa, minha vida” no município de Tucano

Aconteceu nesta quinta feira (14) mais uma entrega de obra “minha casa minha vida”. Contando com a presença do governador Rui Costa e do diretor operacional da 2MS engenharia, Marcos de Deus, foram inauguradas 244 unidades habitacionais do “Residencial Araticum” através da parceria entre o governo federal e a prefeitura de Tucano beneficiando quase mil pessoas.

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Entrega de Obra “minha casa, minha vida” no município de Itabela

Nesta última quinta Feira (07) várias famílias tiveram a oportunidade de receber das mãos do governador da Bahia, Rui Costa, e pelo ministro das cidades, Gilberto Kassab, 325 unidades habitacionais do Residencial Jardim Paquetá, no município de Itabela, Sul da Bahia.  Nas palavras do próprio governador, “A gente percebe a alegria das pessoas que estão recebendo a casa, porque só quem não tem casa (…) sabe o valor de receber a chave de uma casa própria”.

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Prefeito de São Sebastião do Passé visita obras do Minha casa, Minha vida.

Nesta segunda-feira, 9 de dezembro, o prefeito de São Sebastião do Passé, Janser Mesquita, acompanhado dos secretários de Infraestrutura, Ricardo Rodrigues, e de Esporte, Gilmar Pena, acompanhou o início das obras de terraplanagem dos condomínios residenciais Jacildo Mesquita 1 e 2, que fazem parte do programa federal Minha Casa Minha Vida. As obras vão gerar cerca de 250 empregos diretos para os sebastianenses.

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JUSTIFICATIVA PARA MUDANÇA 2MS

A mudança do nome significa nossa estratégia para fortalecer a mensagem: atuação em novas áreas e aumento da qualidade dos serviços prestados, seguindo padrões nacionais e internacionais.   A  2MS Engenharia, passou por mudanças em seus processos, para melhor atender seus clientes e oferecer serviços com ainda mais qualidade. Contamos com a mesma experiência de sempre, buscando a melhoria continua.  , que, ao longo desses 14 anos, atuou em diversos projetos.  Confira, em realizações, alguns desses trabalhos.


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Serviço funciona no modelo do iMessage, da Apple, em conjunto com mensagens SMS. O Google está trazendo um serviço de mensagens para usuários do Android. A exemplo de como funciona o iMessage da Apple, junto mensagens SMS, o Chat é a solução da empresa para que haja um app de mensagens nativo no sistema operacional do Google. Esse serviço foi anunciado no ano passado pela empresa no ano passado e agora começa a funcionar no Reino Unido e na França, ainda este mês, segundo a rede "CNN". Estátuas do Android, na sede do Google, em Mountain View (Califórnia). Helton Simões Gomes/G1 O Chat permitirá ter recibos de leitura e indicadores caso alguém esteja digitando uma mensagem, além da possibilidade de usar Wi-Fi ao invés de dados da operadora. "Nós estivemos firmando parcerias com a indústria móvel para melhorar a experiência de envio de mensagens no Android com RCS [Serviços de Comunicação Rica, na sigla em inglês) e continuaremos para acelerar a adoção globalmente", disse o Google em nota ao G1. Esse tipo de solução é importante em mercados como os desenvolvidos, como os Estados Unidos, onde serviços de mensagem como WhatsApp não são tão comuns, em parte porque a população não migrou dos SMS para aplicativos. O intuito de usar o RCS como substituto às mensagens e desenvolver um serviço desse tipo no Android é antigo do Google. O próprio RCS surgiu em 2007, mas houve pouca adesão por parte das operadoras de telefonia móvel.

Parecer do relator Samuel Moreira foi apresentado na semana passada e modificou trechos da proposta enviada pelo governo. Expectativa é que texto seja votado na próxima semana. Na Câmara, comissão especial começa a debater relatório da Previdência Após 12 horas de discursos, a comissão especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência encerrou na noite desta terça-feira (18) o primeiro dia de debate sobre o parecer do relator, Samuel Moreira (PSDB-SP). O parecer foi apresentado na semana passada e modificou alguns dos trechos propostos pelo governo. A discussão será retomada nesta quarta-feira (19). Segundo o presidente da comissão, Marcelo Ramos (PL-AM), 65 deputados discursaram nesta terça (51 deputados e 14 líderes partidários). Na reunião desta quarta, será mantida a mesma regra da sessão desta terça: deputados integrantes da comissão terão direito a 15 minutos de fala; deputados não integrantes da comissão terão direito a 10 minutos. Concluída a etapa de discussão, o parecer de Samuel Moreira será votado. A expectativa é que o relatório seja analisado na próxima semana. Voto complementar Mais cedo, nesta terça, Samuel Moreira disse que pode apresentar um voto complementar. Questionado sobre quais itens poderiam ser modificados, afirmou que ainda não é possível dizer. "Eu nunca tive pretensão de que o relatório fosse um decreto", acrescentou. Durante a reunião desta terça-feira, deputados que apoiam a reforma defenderam a inclusão, no relatório, do regime de capitalização, retirado por Moreira. Questionado, o relator afirmou: "O debate é sempre bem-vindo. Agora, essa é uma questão que cabe ao governo ainda decidir se deve colocar novamente esse debate ou não". Houve também, durante o debate, discursos favoráveis a que as novas regras de aposentadoria sejam ampliadas para servidores dos estados e municípios. Sobre o tema, Samuel Moreira disse que a negociação está em andamento, com a participação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). "Acho que esse é um tema que depende desse entendimento. E essa construção está em andamento. Mas não dá para dizer nada ainda do ponto de vista definitivo", declarou. Discursos Nos discursos, deputados também fizeram críticas e sugestões ao texto. Samuel Moreira informou que anotou as observações. Ele chegou a esclarecer pontos aos deputados diretamente na reunião. O deputado Filipe Barros (PSL-PR) defendeu a necessidade da reforma da Previdência. Segundo o parlamentar, é preciso ter compromisso com as gerações futuras. "Nós precisamos garantir a aposentadoria dos mais jovens", argumentou. "Nós precisamos garantir mais investimento nas políticas de educação, saúde e outras políticas no nosso país é só vamos conseguir isso se a gente aprovar a nova Previdência", completou. O líder do PDT, André Figueiredo (CE), defendeu que seja preservado o caráter de proteção social da Previdência. "O que nós estamos querendo é preservar que a Previdência, efetivamente, tenha um caráter de proteção social. De proteção àqueles que trabalham a vida toda e que na hora que mai precisam podem se ver desamparados", disse.

Nova tecnologia vai expor informações sobre a cadeia global de alimentos — dados que hoje são impossíveis de um consumidor acessar. Em breve, os compradores poderão aprender a 'história' dos peixes que vão comer Marcelo Brandt/G1 A vida marinha está sendo sufocada por um campo minado de plástico nos oceanos, e as imagens são fortes. Um peixe-rei com um perturbador caleidoscópio de pedaços de plástico em seu fígado. Um dourado-do-mar com tampas de garrafa de plástico em seu estômago. Ou mexilhões e moluscos, os filtros do mar, que abrigam microplásticos invisíveis a olho nu. Nossa primeira reação a essa notícia é muitas vezes de repulsa. Mas isso rapidamente dá lugar a um pensamento mais sério: o impacto de longo alcance das oito milhões de toneladas de poluição plástica que entram nos oceanos todos os anos. Não apenas a prova de nossos crescentes erros ecológicos, essa catástrofe também ameaça nos envenenar onde somos verdadeiramente vulneráveis: nossos pratos. As perspectivas de tal futuro impactam a forma como compramos alimentos. No ano passado, uma pesquisa conduzida pela empresa de consultoria McKinsey & Company confirmou uma tendência há muito conhecida: alimentos de qualidade continuam sendo mais importantes que os preços. Em outras palavras, os compradores se importam profundamente em consumir alimentos seguros e demonstram isso de bom grado com seus cartões de crédito. Desconhecimento da origem O problema é que nossa rede industrial de alimentos nos deixa sem saber a origem de nossa comida. Em uma estranha reviravolta do destino, ficamos totalmente perdidos em um mundo super saturado pela informação. Isso está prestes a mudar. Uma nova tecnologia está preenchendo essa lacuna de informação e devolvendo o poder do conhecimento aos consumidores. Ao catalogar dados da longa cadeia de alimentos em registros criptografados, o nebuloso mundo da rede global de abastecimento será exposto. Em breve, os compradores poderão acompanhar a "história do peixe" — um boletim contendo a foto original do produto, local de captura, peso inicial, espécie, detalhes da embarcação e tripulação, número da etiqueta RFID (ou Identificação por Rádio Frequência), detalhes da água onde foi capturado e muito mais. Alimentos vendidos neste sistema serão mais detalhados que a maioria dos produtos que compramos online. Os primeiros produtos de pescado a serem rastreados de forma transparente — do oceano ao ponto de venda — chegarão aos supermercados da Nova Zelândia e da União Europeia ainda este ano, garante Alfred Cook, gerente de programas da Fundação Mundial de Vida Selvagem, conhecida como WWF, que trabalha no projeto. Um projeto piloto começou em junho de 2017 e a fundação espera que a transparência imposta na cadeia de abastecimento também impeça que os peixes capturados com uso de trabalho escravo acabem em nossas compras sem que saibamos. Para garantir que ninguém esteja comprando peixe cheio de plástico, as informações de geolocalização vão mostrar que a captura está longe de áreas costeiras populosas. E as certificações de inspeção vão provar que o produto passou por verificações de qualidade. Desde os altos e baixos do bitcoin entre 2017 e 2018, a tecnologia blockchain, a base por trás das moedas criptografadas, atraiu níveis exagerados de publicidade. Hoje, há inúmeras startups no mundo procurando maneiras de aplicar os misteriosos métodos de registros descentralizados e criptografados para revolucionar negócios grandes e pequenos. A maioria é apenas truque. Este, no entanto, parece diferente. Unir os locais de estoque das modernas cadeias de alimentos é um dos melhores exemplos de um problema do mundo real que somente o blockchain pode resolver. E que promete ter um impacto sobre o comprador médio muito em breve. "A cadeia de abastecimento tradicional é baseada em relacionamentos e uma completa falta de informação de um ator para o outro", diz Brett Haywood, diretor administrativo da Sea Quest Fiji, empresa de pesca e processamento de atum da Nova Zelândia que está envolvida no programa pioneiro. "Sabemos para quem vendemos nossos peixes, mas não sabemos o que o próximo ator ganha como margem. Por um lado, não é nosso negócio saber como o peixe é vendido ao longo da cadeia, mas, por outro lado, estamos sujeitos às ineficiências dos atores que estão nessa cadeia", explica Haywood. "A transformação que isso trará para as cadeias de fornecimento tradicionais é significativa, já que o produtor primário pode se aproximar do consumidor final", continua Haywood. A infraestrutura tecnológica para este projeto existe há vários anos. Esforços pioneiros foram feitos na Nova Zelândia e na Austrália em 2015 e 2016, e projetos semelhantes se seguiram em Miami, para citar alguns. Esses programas nunca divulgaram muitos detalhes. Usando tecnologias de identificação automatizadas, como radiofrequência e códigos de barras 2D, os varejistas de alimentos forneceram dados instantâneos sobre a origem do produto aos consumidores por meio de aplicativos para smartphones. Mas até agora faltam dados mais amplos sobre a origem dos alimentos. As modernas cadeias de abastecimento têm muitas partes isoladas para serem assimiladas. "Gastamos muito tempo conciliando as informações entre as organizações porque todos mantêm seu próprio banco de dados", observa Tyler Mulvihill, cofundador da Viant, empresa sediada no Brooklyn que constrói o software na blockchain pública ethereum. Por que essa tecnologia é necessária? "A rastreabilidade de ponta a ponta é extremamente difícil de ser feita sem blockchain porque você tem sistemas de dados isolados e se uma dessas cadeias quebrar, todo o sistema quebrará", respondeu Mulvihill. "Fazer rastreabilidade em escala é uma tarefa quase impossível." No entanto, levantar por iniciativa própria o véu do funcionamento interno de uma empresa não será uma decisão sensata para muitos CEOs. O mundo dos negócios não incentiva a transparência, e a mudança na maneira de se fazer as coisas pode levar um tempo considerável. Pense em qualquer empresa integrada verticalmente: isso exporia detalhes de produtos também aos concorrentes diretos. Pode não ser a escolha mais sábia. "O problema é que essa informação é controlada pelo que os atores da cadeia de fornecimento desejam compartilhar, então é preciso uma revolução para mudar isso", afirma Haywood. "Acredito que a tecnologia blockchain é a catalisadora [da mudança], criando um relacionamento entre consumidor e produtor primário". Consumidores conscientes As campanhas de marketing pressionarão a mudança à medida que os consumidores começarem a esperar mais transparência com seus alimentos. No entanto, embora o futuro imponha um número maior de empresas conectadas a registros disponíveis publicamente, é preciso dizer que essa tecnologia está aqui para resolver um "problema de países ricos". "A ideia de saber de onde vem sua comida é um privilégio daqueles que são mais ou menos economicamente seguros", Robyn Metcalfe, diretora da organização Food+City, da Universidade do Texas, em Austin. "Muitos precisam de comida num nível básico e, portanto, não têm interesse em saber de onde vem. Se estamos falando apenas de pessoas com segurança alimentar, com certeza, existem tecnologias que eles têm tempo e recursos para aproveitar." Aplicativos que oferecem informações sobre alimentos serão abundantes, Metcalfe prevê, e elas se tornarão mais sofisticadas a cada dia. "Interagir com a sua comida vai se tornar uma tendência", continua Metcalfe. "Essa conexão não significa necessariamente que as pessoas terão mais poder; talvez saber mais sobre sua comida seja uma conveniência e, em alguns casos, uma forma de entretenimento". Em um mundo onde os habitats de nossos frutos do mar estão cada vez mais ameaçados, essas tecnologias podem se tornar um requisito obrigatório para compradores sensíveis à qualidade. Mas uma inundação de novas informações não é garantia de avanços, como muitas tecnologias emergentes nos ensinaram, e essas inovações sempre dependerão de quão bem somos educados para usá-las.

 Hollerbach, um dos sócios de Marcos Valério, foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato. Ramon Hollerbach na época da prisão em 2013 Reprodução/TV Globo O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta terça-feira (31) que o ministro Edson Fachin rejeitou um pedido da defesa de Ramon Hollerbach para revisão criminal da pena na Ação Penal 470, o mensalão do PT. Ainda de acordo com o Supremo, os advogados de Hollerbach pretendiam desconstruir parte da condenação dele e absolver o publicitário, um dos sócios de Marcos Valério; ou como alternativa, tentaram a revisão da pena privativa de liberdade. A defesa alegou que, com a absolvição dos réus quanto ao crime de quadrilha, ficou definitivamente rechaçada a tese do mensalão, conforme o STF. O relator considerou que o pedido “não se funda em novas provas descobertas após a condenação, bem como que os argumentos e fatos que a defesa pretendeu comprovar não são aptos a desconstituir, ainda que parcialmente, o título condenatório”. O advogado Estevão Ferreira de Melo afirmou que vai recorrer da decisão, assim que for intimado oficialmente. Ele disse ainda que novas “provas robustas” foram apresentadas para a redução da pena e o ministro as desconsiderou. Ramon Hollerbach foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato no mensalão do PT cumpre pena na Associação de Proteção ao Condenado (Apac) de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Banqueira foi condenada à prisão pelo tribunal, em 2012, no julgamento do mensalão. Benefício foi concedido pelo ministro Luís Roberto Barroso, responsável pela execução das penas. Kátia Rabello estava cumprindo prisão em regime aberto desde novembro do ano passado Reprodução/TV Globo O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o benefício da liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello, condenada no julgamento do mensalão por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas. Kátia Rabello foi condenada pelos ministros do STF, em novembro de 2012, a 16 anos e 8 meses de prisão por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta de instituição financeira. Posteriormente, a Corte acolheu um recurso da defesa da banqueira e excluiu o crime de formação de quadrilha, cuja pena havia sido definida em 2 anos e três meses. Com esta mudança, a pena da ex-presidente do Banco Rural ficou fixada em 14 anos e 5 meses de prisão. Ela começou a cumprir a pena de 14 anos de prisão em novembro de 2013, progrediu para o semiaberto (no qual somente dorme na prisão) em dezembro de 2015 e passou para o regime aberto (onde cumpre pena fora da prisão) em novembro do ano passado. Na liberdade condicional, o condenado continua em liberdade até o final de sua pena, que pode ser extinta posteriormente se não voltar a cometer crimes e caso se apresente regularmente à Justiça. Relator da execução penal do processo do mensalão, o ministro Luís Roberto Barroso registrou na decisão que autorizou a ex-banqueira a cumprir prisão condicional que Rabello cumpriu todos os requisitos para obtenção do benefício, como, por exemplo, se sustentar com trabalho honesto. “Se trata de requerente primária e de bons antecedentes, havendo nos autos atestado carcerário emitido pelo Complexo Penitenciário Feminino de Belo Horizonte/MG, no sentido de que não consta registro de cometimento de falta disciplinar em desfavor da sentenciada”, escreveu o ministro em trecho da decisão.

Simone Vasconcelos foi condenada no julgamento do mensalão a 12 anos e 7 meses por corrupção, lavagem e evasão; MP recomendou benefício por bom comportamento. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso concedeu liberdade condicional a Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério, apontado como operador do esquema de corrupção conhecido como mensalão. Com a decisão, proferida na semana passada, Simone deixa de cumprir o restante da pena na prisão, desde que atenda a uma série de condições determinadas pela Justiça. No julgamento do mensalão, ela foi condenada a 12 anos, 7 meses e 20 dias de prisão. No início de novembro, já havia cumprido os requisitos para obter o livramento: passou 3 anos na prisão e trabalhou por quase 1 ano e 3 meses, obtendo redução no total da pena. O livramento condicional foi recomendado pelo próprio Ministério Público, responsável pela acusação. Além do tempo presa, Simone Vasconcelos recebeu atestado de bom comportamento no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto e de bom desempenho no trabalho. Desde julho de 2015, ela passou a trabalhar numa clínica de fisioterapia em Belo Horizonte. Por fim, a ex-funcionária de Marcos Valério apresentou uma carta de concessão de aposentadoria demonstrando que seria capaz de prover a própria subsistência. Condenada por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, Simone Vasconcelos se entregou à polícia em novembro de 2013, após a rejeição de recursos contra a condenação apresentados ao STF. Ela chegou a ser levada para Brasília, onde ficou detida até dezembro, quando foi transferida para a capital mineira.

Apesar de cinco universidades brasileiras subirem de posição, pesquisa alerta para queda no desempenho das instituições do país. Segundo diretor do estudo, cortes no orçamento podem agravar quadro nos próximos anos. Alunos fazem manifestação contra corte de verba da UFF. Reprodução/TV Globo As dezenove universidades brasileiras classificadas entre as mil melhores instituições de ensino do mundo apresentaram piora em índices de qualidade, segundo a última edição do QS University Ranking 2020. Segundo o estudo, divulgado nesta quarta-feira (17), houve queda na empregabilidade de formandos, no desempenho das pesquisas acadêmicas, no nível de ensino e na atratividade para estudantes e professores estrangeiros. A tendência, segundo o diretor de pesquisas da QS, é de piora dos índices do país nos próximos anos. "Existem poucos pesquisadores no mundo capazes de lidar com a perda de quase metade de seu orçamento (...). Dado que nosso indicador de pesquisa é baseado em cinco anos de dados, leva tempo para que as decisões políticas afetem o desempenho nos rankings", afirma Ben Sowter. "É provável que o status do Brasil com líder de pesquisa regional seja cada vez mais ameaçado nos próximos anos", completa. LEIA MAIS: Entenda o corte de verba das universidades federais e saiba como são os orçamentos das 10 maiores Abaixo, veja quais instituições de ensino do país estão na lista das melhores do mundo: Universidades brasileiras entre as 1.000 melhores do mundo Das dezenove instituições brasileiras do ranking, doze registraram uma pontuação menor de citações de pesquisas. O que isso significa? Que estudos publicados pelo mundo usaram menos vezes a produção científica do Brasil como referência. Além disso, em dezoito universidades, o número de alunos estrangeiros caiu - ou seja, o país parece estar menos atrativo. As turmas também estão maiores, já que a proporção de estudantes por professor cresceu em quinze instituições de ensino. Na interpretação do estudo, o Brasil não está conseguindo atender ao número crescente de matrículas. Sobe e desce no ranking Apesar da piora nos índices citados acima, cinco instituições de ensino brasileiras subiram de posição. A Universidade de São Paulo (USP) foi do 118º lugar para o 116º. Além dela, a UFRJ, a Unifesp, a Unesp e a UFSC melhoraram seus desempenhos no ranking. Seis registraram queda: Unicamp, PUC-SP, UFMG, UFRGS, UnB e Ufscar. As demais permaneceram na mesma faixa de colocação. Melhores do mundo Em relação ao ano anterior, as mesmas universidades ocupam as três primeiras posições das melhores do mundo: Massachusetts Institute of Technology (MIT), Universidade Stanford e Universidade Harvard, todas nos Estados Unidos. Melhores universidades do mundo Critérios analisados O ranking leva em conta seis critérios para classificar as melhores universidades do mundo: reputação acadêmica: baseada em respostas de mais de 94 mil acadêmicos reputação entre empregadores: item elaborado após entrevistas com mais de 44 mil empresas citações por faculdade: divisão do número de citações recebidas pelas pesquisas de uma universidade pelo número de professores que nela trabalham proporção de docentes por aluno: índice que revela o tamanho das turmas proporção de professores de outros países proporção de estudantes internacionais: ao medir quantos alunos vieram de outros países, é possível estimar a atratividade da universidade no mundo

Candidato que teve a matrícula não homologada poderá, nesta terça-feira (18), interpor recurso até as 17h45. Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) Divulgação Já está disponível a relação de matrículas homologadas referente ao Sisu 2019.2. A informação foi divulgada pela Coordenação de Seleção e Admissão da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Confira aqui as matrículas homologadas. De acordo com a Uefs, o candidato que teve a matrícula não homologada poderá, nesta terça-feira (18), interpor recurso, via Expediente/DAA , até as 17h45, conforme o EditalUefs/Sisu. Mais informações no site SiSu/Uefs.

Programa concede bolsas de estudo integrais e parciais em universidades privadas. Para garantir a vaga, pré-selecionados devem comprovar dados pessoais até o dia 25 de junho. Prouni divulga lista de pré-selecionados Reprodução Os resultados do Programa Universidade Para Todos (Prouni) do 2º semestre foram divulgados na tarde desta terça-feira (18). A lista com os nomes dos aprovados deve ser consultada no site. O candidato pré-selecionado precisará comparecer à instituição de ensino superior onde irá estudar para comprovar os dados pessoais informados na inscrição. Essa etapa, essencial para a efetivação da matrícula, ocorre entre 18 e 25 de junho. No total, o Prouni do 2º semestre concederá 169.226 bolsas de estudo em universidades privadas - sendo 68.087 benefícios integrais e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade. Segunda chamada A segunda lista de pré-selecionados será publicada em 2 de julho. Quem for convocado terá até o dia 8 do mesmo mês para comprovar os dados pessoais na instituição de ensino. Caso sobrem vagas, os candidatos podem se inscrever na lista de espera, nos dias 15 e 16 de julho. O resultado sairá em 18 de julho. Quem pode participar Para se inscrever no Prouni, o estudante não pode ter diploma de ensino superior. Além disso, deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 e tirado, no mínimo, média de 450 pontos na prova. Não é permitido ter zerado na redação. Também é preciso se enquadrar em um dos seguintes critérios de renda: Bolsas integrais: renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo Bolsas parciais (50% da mensalidade coberta): renda familiar bruta mensal per capita de até 3 salários mínimos Entre as exigências, o candidato deve ainda se encaixar em pelo menos uma das seguintes situações: ter cursado o ensino médio em escola pública; ter cursado o ensino médio em escola privada, desde que na condição de bolsista integral; ter alguma deficiência; ou ser professor do quadro permanente de uma escola pública (nesse caso, o critério de renda familiar não se aplica). Calendário do Prouni 2019 Resultado da 1ª chamada: 18 de junho Comprovação de informações para aprovados na 1ª chamada: 18 a 25 de junho Resultado da 2ª chamada: 2 de julho Comprovação de informações para aprovados na 2ª chamada: 2 a 8 de julho Inscrição para lista de espera: 15 e 16 de julho Resultado da lista de espera: 18 de julho

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Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Desse total, quase 26 milhões são considerados refugiados pelos padrões do Acnur. Síria e Venezuela são pontos de preocupação da agência. Refugiados chegam em barco lotado; foto da exposição "Faces do Refúgio" ACNUR/ Divulgação O mundo tinha, no fim de 2018, cerca de 70,8 milhões pessoas forçadas a deixar suas regiões de origem por motivos de guerra, perseguição, violência e violação aos direitos humanos. O número apresentado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas (Acnur) nesta quarta-feira (19) é o maior já registrado desde a criação do órgão, em 1950. Além disso, segundo a agência, esse total dobrou em 20 anos. Nem todas as pessoas deslocadas, porém, são consideradas refugiadas. A maioria da população forçada a deixar as regiões de origem pelos motivos citados pelo Acnur se manteve dentro do mesmo país. Veja o gráfico abaixo: Considerando somente o ano passado, 13,6 milhões de pessoas tiveram de deixar seus lugares de origem. Isso dá uma média de 37 mil novos deslocamentos por dia em 2018 – uma queda em relação aos quase 45 mil registrados pelo Acnur em 2017. Refugiados sírios ainda são maioria Criança síria no campo de refugiados de al-Hol na província de al-Hasakeh, no nordeste da Síria, em 28 de março Delil Souleiman/AFP Pelo quinto ano consecutivo, os sírios representaram a nacionalidade com o maior número de refugiados no mundo: cerca de 6,7 milhões no fim de 2018 – 400 mil a mais do que o registrado em 2017. O Acnur reconhece como refugiadas as pessoas forçadas a sair de seus países por conflitos, guerras ou perseguições cujas solicitações de refúgio foram aceitas. Desde 2011, a Síria vive uma guerra civil que devastou o país e forçou a saída de milhões de pessoas. As imagens do fluxo migratório pelo Mediterrâneo e pela Europa levantaram debates sobre políticas de acolhimento dentro dos países, principalmente aqueles integrantes da União Europeia. Desenho feito por uma criança mostra uma embarcação no mar com um grupo de pessoas à bordo e outras na água Sociedade Médica Sírio-Americana De acordo com o levantamento do Acnur, 80% dos refugiados vivem em locais vizinhos ao local de origem. A Alemanha, dentro da UE, é o quinto país a receber mais refugiados do mundo inteiro: há 1,1 milhões em território alemão. No entanto, está bem atrás da Turquia – vizinha da Síria –, que tem cerca de 3,7 milhões de refugiados. Veja abaixo: Crise na Venezuela aumenta pedidos no Brasil Oposição voltou a se reunir na Venezuela neste sábado (11), mas em número menor do que nos protestos do último dia 30 de abril. Ueslei Marcelino/Reuters O Brasil recebeu cerca de 80 mil novos pedidos de refúgio em 2018 – mais que o dobro dos 33,8 mil requerimentos recebidos em 2017. O aumento colocou o país como o sexto que mais recebeu solicitações do tipo no último ano. A crise na Venezuela, segundo o Acnur, impulsionou os números: mais de 75% dos requerimentos de refúgio no Brasil foram feitos por venezuelanos. Em segundo lugar, houve cerca de 7 mil solicitações de cidadãos do Haiti às autoridades brasileiras. Mais de 90% dos venezuelanos vivem na pobreza, diz ONU Além do Brasil, o Peru também registrou um salto no número de solicitações de refúgio e, em 2018, foi o segundo país com mais casos em análise, atrás somente dos Estados Unidos. Venezuelanos chegam a ponte Rumichaca, entre Colômbia e Equador, para migrar ao Peru antes que país passe a exigir visto de cidadãos da Venezuela Daniel Tapia/Reuters Autoridades peruanas receberam cerca de 192,5 mil pedidos em 2018, mais de cinco vezes os 37,8 mil requerimentos apresentados em 2017. Nem todas as solicitações são de venezuelanos, mas a própria agência da ONU credita o aumento à crise na Venezuela. Considerando os requerimentos em todo o mundo, os venezuelanos, inclusive, foram os que mais pediram refúgio em 2018, com 341,8 mil pedidos. É bem mais do que os afegãos, que aparecem em segundo lugar com 107,5 solicitações. O Acnur alerta que as estimativas sobre a Venezuela ainda são conservadoras. Afinal, de acordo com um comunicado da agência, cerca de meio milhão decidiu formalizar um pedido de refúgio – número que contrasta com os cerca de 4 milhões de venezuelanos que saíram do país desde 2015.

Atual presidente vai disputar a eleição presidencial norte-americana em 2020. 'Vamos manter os EUA melhores do que nunca', prometer Trump em discurso, no qual atacou adversários democratas. Donald Trump e a mulher, Melania, chegam a comício de lançamento da campanha do atual presidente dos EUA pela reeleição em 2020 Carlos Barria/Reuters Em um ginásio lotado em Orlando, na Flórida, Donald Trump lançou na noite desta terça-feira (18) sua campanha oficial pela reeleição à presidência dos Estados Unidos. O vice-presidente, Mike Pence, também estava no local. Trump falou durante 50 minutos antes de, finalmente, anunciar que oficialmente é candidato à reeleição. Ele afirmou que continuará lutando "por cada homem, mulher e criança" do país. "Vamos mantê-lo melhor do que nunca", acrescentou. A campanha ganhou o slogan "Keep America great" – "Mantenha a América grande" – uma continuação do "Make America great again" ("Tornar a América grande de novo") adotado na disputa de 2016. Donald Trump cumprimenta apoiadores no lançamento da campanha para reeleição em 2020 Carlos Barria/Reuters "Nosso país está maior e mais forte do que nunca", disse Trump. No discurso, o presidente também reforçou a crítica ao Partido Democrata, de oposição. Trump afirmou que os oposicionistas radicais "querem destruir o país como o conhecemos". Trump começa campanha pela reeleição Trump também acusou os democratas de não aceitarem o resultado da investigação do promotor especial Robert Mueller, que não incriminou nem isentou o presidente de culpa no caso do suposto conluio com a Rússia na campanha de 2016. Além do presidente, também falaram seu filho mais velho, Donald Trump Jr., que pediu ao público que cantasse "mais quatro anos" antes de seu pai subir ao palco, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, que recentemente anunciou que irá deixar o cargo, e a primeira-dama, Melania Trump, que afirmou "ter sido uma honra" ocupar a posição nos últimos dois anos. Mike Pence também pediu aos eleitores que deem mais quatro anos de mandato a Trump. "Fizemos história em 2016 e faremos história novamente em 2020, quando iremos reeleger o 45º presidente", disse. Telão e ingressos O Amway Center, local onde ocorreu o comício, tem capacidade para 20 mil pessoas, mas muita gente assistiu ao discurso do presidente do lado de fora, onde um grande telão foi instalado para aqueles que não conseguiram ingresso – apesar de fortes chuvas. As gêmeas Laureen Vartanian e Maureen Bailey posam para foto ao chegarem ao Amway Center, em Orlando, para o discurso de lançamento da campanha de reeleição de Donald Trump, na terça-feira (18) Reuters/Carlo Allegri A fila para entrar começou a ser formada cerca de 40 horas antes do início do evento, quando pessoas armaram barracas ainda na madrugada de segunda-feira. Segundo o presidente, “’mais de 100 mil pedidos de ingresso” foram feitos. A entrada foi liberada às 17h (18h em Brasília), três antes de o republicano subir ao palco. Aproximadamente 500 jornalistas foram credenciados para cobrir o comício, inclusive para a imprensa internacional. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, e sua mulher, Karen Pence, acenam para o público que aguarda o início do discurso de Trump no Amway Center, em Orlando, na terça-feira (18) Reuters/Carlo Allegri A expectativa é de arrecadar US$ 7 milhões até a meia-noite, segundo um email enviado nesta terça para integrantes da campanha pelo próprio Trump, de acordo com o repórter Erik Sandoval, da emissora News6, filiada da CBS em Orlando. Protesto A alguns quarteirões do Amway Center, um protesto chamado “Win With Love” (Vença com amor) foi organizado por pessoas contrárias à reeleição de Trump. Voluntários montaram um palco em frente ao Stonewall Bar, ponto de concentração da comunidade gay de Orlando. Cartaz exibido por manifestante em Orlando, na Flórida, pede impeachment do presidente, no dia do lançamento da campanha de reeleição de Donald Trump, na terça-feira (18) Gregg Newton/AFP À agência Associated Press, organizadores disseram considerar uma afronta que o presidente tenha escolhido para lançar sua campanha uma cidade com uma comunidade gay visível e uma grande população porto-riquenha. Os oponentes acusam o presidente republicano de atrasar a ajuda de emergência a Porto Rico após o furacão Maria devido a uma disputa com líderes democratas na ilha. A administração Trump também revogou proteções de saúde recém-conquistadas por pessoas transgênero, restringiu sua presença nas forças armadas e retirou as orientações federais de que os estudantes trans poderiam usar os banheiros de sua escolha. Homem exibe camiseta em homenagem a Trump, no Amway Center, em Orlando, na Flórida, no dia do lançamento da campanha de reeleição do presidente, na terça-feira (18) Reuters/Carlo Allegri Pesquisa Tamanha empolgação de eleitores na Flórida, no entanto, não garante total tranquilidade a Trump. Uma pesquisa divulgada na noite de domingo pelo canal Fox News mostra cinco pré-candidatos democratas à frente do atual presidente. Joe Biden, que lidera as intenções de voto, aparece com 10 pontos a mais do que Trump, e Bernie Sanders com nove. As senadoras Elizabeth Warren, de Massachusetts, e Kamala Harris, da Califórnia, e Pete Buttigieg, prefeito de South Bend, Indiana, também têm pequenas vantagens sobre ele. Nos últimos dias, o presidente demitiu funcionários de sua administração responsáveis por pesquisas internas. Segundo a imprensa dos EUA, ele teria ficado irritado e afirmou que os números apresentados por eles eram mentirosos, depois que seus levantamentos também apontaram alguns pré-candidatos democratas com maiores intenções de voto do que Trump.

Ex-jogador e ex-presidente da Uefa foi interrogado no caso de suspeita de corrupção na escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. O ex-jogador e ex-presidente da UEFA, Michel Platini, e seu advogado, William Bourdon, deixam uma estação da polícia judicial onde Platini ficou detido, em Nanterre, na França, na terça-feira (18) Reuters/Gonzalo Fuentes O ex-jogador e ex-presidente da União Europeia de Futebol (UEFA) Michel Platini foi liberado na noite desta terça-feira (18) após passar mais de 12 horas detido na França. Ele é acusado de corrupção na escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. "A permanência sob custódia foi suspensa", disse o advogado de Platini, William Bourdon, que afirmou que houve "muito barulho por nada" ao acompanhar seu cliente quando este deixou a Polícia Judicial em Nanterre, perto de Paris. Mais cedo, Bourdon tinha dito que o ex-jogador francês é inocente, mas estava prestando “explicações úteis” aos investigadores. Uma declaração técnica da equipe de Platini afirmava que ele tinha sido detido por “razões técnicas”, segundo a agência Reuters. De qualquer forma, apesar da liberação do ex-jogador e dirigente, a investigação sobre o caso irá prosseguir. Corrupção Em 2016, a promotoria francesa abriu uma investigação sobre a eleição do país sede da Copa de 2022. Há a suspeita de que a escolha do país tenha sido marcada por atos de corrupção, conspiração e tráfico de influência. O ex-jogador se declarou como testemunha em dezembro de 2017. Segundo o jornal “Le Monde”, os promotores estão particularmente interessados em um almoço que aconteceu no Palácio do Eliseu, a sede do poder executivo da França. Platini participou do encontro com o então presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o xeique Tamim Ben Hamad Al Thani do Catar, que era o primeiro-ministro na época. O almoço aconteceu em 2010, nove dias antes do anúncio de qual país organizaria a Copa de 2022. O Catar será a primeira nação árabe a sediar o evento. Platini comandou a Uefa de 2007 a 2015. Ele cumpre um período de suspensão de quatro anos por violar o código de ética ao aceitar um repasse de 1,8 milhões de euros autorizado pelo então presidente da Fifa, Joseph Blatter, por trabalhos feitos entre 1998 e 2002.

Governo da capital apresenta proposta inédita na Alemanha para enfrentar explosão dos aluguéis, cujos valores em média duplicaram nos últimos dez anos. Multa para infratores pode chegar a 500 mil euros. Em abril, berlinenses protestaram contra aumento dos aluguéis Reuters/Fabrizio Bensch O governo local de Berlim aprovou nesta terça-feira (18) uma proposta para congelar os aluguéis na cidade por cinco anos. A medida inédita na Alemanha visa enfrentar a recente explosão nos preços dos aluguéis que tem preocupado muitos habitantes da cidade. Durante anos após a reunificação da Alemanha em 1990, Berlim atraiu artistas, músicos e estudantes também pelo fato de ter habitações mais baratas do que em outras cidades europeias. Somente na última década, cerca de 40 mil pessoas se mudaram para a capital alemã. Diante do aumento da procura e da venda de imóveis para grandes empresas de capital aberto, Berlim se tornou a cidade da Alemanha onde o preço dos aluguéis mais subiu desde 2008. Em média, o aumento foi de 104%. Entre os moradores da capital alemã, 85% são inquilinos e muitos têm sentido no bolso essa transformação. Apesar dos aluguéis ainda serem mais baratos do que em Londres ou Paris, Berlim tem taxas de desemprego e pobreza relativamente mais altas, além de uma média salarial baixa, o que dificulta para muitos encontrar uma moradia pagável. Segundo a secretária estadual de Planejamento Urbano, Katrin Lompscher, a proposta aprovada pelos três partidos que fazem parte da coalizão de governo – Partido Social-Democrata (SPD), Partido Verde e A Esquerda – deve ser votada em outubro pela Assembleia Legislativa. O congelamento deve entrar em vigor em 1º de janeiro de 2020, porém, será retroativo e se aplicaria já a partir desta terça-feira. A nova lei deve atingir 1,5 milhões de apartamentos e prevê que os aluguéis sejam congelados por cinco anos. Ficam excluídos da mudança apenas imóveis construídos depois da entrada em vigor da regra. Donos de imóveis que infringirem a legislação podem receber uma multa de até 500 mil euros. A proposta foi criticada por partidos da oposição e empresas do setor imobiliário, que alegam que a iniciativa afastará investidores que desejam construir em Berlim. Depois do anúncio do governo, ações de empresas imobiliárias de capital aberto caíram 1%. Donos de imóveis devem ainda contestar a nova lei na Justiça. Logo após as primeiras notícias de que o governo avaliava esta proposta, uma associação proprietários na cidade recomendou a todos os seus associados que aumentassem o valor dos aluguéis para barrar a iniciativa. Diversos inquilinos tiveram os aluguéis reajustados nas últimas semanas. A Alemanha precisa construir pelo menos 350 mil novas residências por ano para suprir a escassez de moradia, que atinge principalmente grandes centros urbanos como Berlim, Hamburgo, Munique e Frankfurt. Berlim não é a primeira cidade a pensar sobre o congelamento de aluguéis. O SPD já cogitou uma proposta semelhante em nível nacional. Em Munique, ativistas planejam um referendo sobre o tema. Para tentar conter a especulação imobiliária em Berlim, um grupo planeja ainda uma consulta popular para promover a estatização de apartamentos que pertencem a empresas que possuem mais de 3 mil imóveis na cidade. A maior delas, a Deutsche Wohnen, tem somente em Berlim mais de 114 mil imóveis.

O Irã anunciou nesta terça-feira (18) ter desmantelado uma nova rede de espionagem vinculada à Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos. A notícia aparece em meio a uma elevação no clima de tensão entre os dois países. Irã anuncia desmantelamento de rede de espionagem americana em meio à elevação da tensão entre os dois países Leonhard Foeger/Reuters O Irã anunciou nesta terça-feira (18) ter desmantelado uma nova rede de espionagem vinculada à Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos. A notícia aparece em meio a uma elevação no clima de tensão entre os dois países. A crise se acentuou com o anúncio feito na segunda-feira (17) pelo Pentágono sobre o reforço do dispositivo militar americano no Oriente Médio. Os Estados Unidos dizem que a medida se justifica pelo anúncio do Irã de que tem a intenção de superar o limite de reservas de urânio previsto pelo acordo nuclear. Segundo a agência oficial de notícias iraniana Irna, informações da inteligência do país levaram à descoberta recente de "novos recrutas contratados pelos americanos". Segundo a instituição, essa nova rede teria sido desmantelada e alguns de seus membros já teriam sido presos e levados à justiça. Irã e Estados Unidos vivem uma relação tensa após a retirada unilateral dos Estados Unidos do acordo nuclear, em 2018. O país restabeleceu ainda sanções econômicas contra Teerã. A crise se agravou com os ataques contra petroleiros ocorridos em maio e junho na região do Golfo. Os americanos acusam o Irã de serem os autores dos ataques, mas eles negam. Há meses, os iranianos pressionam seus parceiros para que os ajudem a combater os efeitos devastadores das medidas impostas pelos Estados Unidos. Até o momento, a Organização Internacional de Energia Atômica (OIEA) continua certificando que o Irã está cumprindo os compromissos do acordo nuclear. Preocupação internacional Diante da escalada das tensões, a Rússia, país aliado do Irã, pediu prudência. "Preferiríamos que não se aplicassem medidas que possam provocar um aumento das tensões nesta região por si só tão instável", declarou o porta-voz do Kremlin. Já o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, pediu nesta terça-feira ao Irã para "tomar decisões prudentes" e advertiu ao mesmo tempo contra a abertura de uma "caixa de Pandora" no Oriente Médio após o anúncio de Washington. Os Estados Unidos conclamam o mundo, por sua vez, a "não ceder à chantagem nuclear do Irã", nas palavras de Morgan Ortagus, porta-voz do Departamento de Estado. Seu aliado, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, que considera o Irã uma ameaça para a existência de seu país, pediu à comunidade internacional para impor "imediatamente" sanções contra Teerã, tão logo suas reservas de urânio enriquecido superem o limite fixado pelo acordo. O anúncio do Irã O Irã anunciou na segunda-feira (17) que suas reservas de urânio enriquecido superariam, a partir de 27 de junho, o limite imposto pelo acordo internacional sobre sua energia nuclear. O presidente iraniano, Hassan Rohani, já tinha anunciado em maio que seu país deixaria de cumprir seus compromissos com relação ao grau de enriquecimento de urânio. Ele disse que retomaria o projeto de construção de um reator de águas pesadas em Arak se os países que continuam subscrevendo o pacto nuclear não o ajudassem a contornar as sanções americanas.