Obras

Iluminação Decorativa – Salvador

A 2MS Engenharia através da Prefeitura Municipal de Salvador, promoveu a iluminação decorativa para os festejos natalinos na capital baiana. Ao todo a iluminação de natal contou com cerca de 2,3 mil peças de LED, as instalações contemplaram 38 pontos da cidade. Algumas áreas como Campo Grande; Avenida 7 de Setembro; Praça Castro Alves; Praça da Piedade; Relógio de São Pedro; Barra e Avenida Centenário receberam iluminação especial, além disso regiões como o Dique do Tororó e Avenida Garibaldi também receberam iluminações decorativas.

Tudo isso atendendo através de projetos específicos as necessidades do cliente.

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Morar Melhor

A 2MS Engenharia através do Morar Melhor programa da Prefeitura municipal de Salvador, beneficia os imóveis de quem mais precisa. As residências cadastradas pelo programa serão beneficiadas em até R$ 5 mil cada com serviços de pintura e reboco da fachada; troca de esquadrias (portas, janelas, portões, venezianas); instalações sanitárias; e recuperação ou troca do telhado.

O programa Morar Melhor vai recuperar e melhorar imoveis nos 160 bairros e nas 3 ilhas de Salvador, ao todo 100 mil residencias serão beneficiadas. A 2MS Engenharia atua nas localidades de Calabar, Alto das Pombas, Nordeste de Amaralina, Chapada e Engenho velho da Federação.

Abaixo algumas imagens que mostram as unidades antes e depois de serem reformadas.

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Serviços de Infraestrutura no Município de Salvador – SUCOP

Através da Superintendência de Conservação e Obras Públicas do Salvador (SUCOP), a 2MS Engenharia vem fazendo melhorias em diversas localidades da capital baiana: Barra, Vale do Matatu, Brotas, Federação, Cidade Jardim, Ondina, Rio vermelho, Jardim dos namorados,Vale das pedrinhas, Comercio.

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RESIDENCIAL VILA NOVAES

Construção de 286 unidades habitacionais no residencial Vila Novaes

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RESIDENCIAL RIO CACHOEIRA

Situado no município de Ilhéus, no quilômetro 4 da rodovia Ilhéus-Itabuna (BR 415), deverão ser entregues 600 apartamentos pelo programa Minha casa, minha vida.

Acompanhe nossas obras desde o início:

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RESIDENCIAL ANTÔNIO CARLOS COSTA

463 residências de 45 metros quadrados onde se distribuem 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. Conta também com uma área comum que incluem de 2 centros comunitários, parque infantil e dois campos de futebol.

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RESIDENCIAL JARDIM PAQUETÁ

Mais de 1300 pessoas com renda de até três salários mínimos foram beneficiadas com esta obra que tem área privativa de 40,58 metros quadrados sendo dois quartos, sala, cozinha, banheiro social.  Além das casas o empreendimento conta também com equipamentos de lazer como quiosque, campo de futebol, centro comunitário e parque infantil.

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RESIDENCIAL PADRE JOSÉ

O Residencial Padre José, entregue pela 2MS à população de Teixeira de Freitas em 29 de maio de 2015, conta com uma área de 60 mil metros quadrados.

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RESIDENCIAL LUIZ BEZERRA

O Conjunto Habitacional Luiz Bezerra Torres, localizado no Alto do Moura, que é composto por 2.404 unidades habitacionais sobrepostas em 290 blocos residenciais com 8 unidades habitacionais e 26 blocos residenciais com 4 unidades habitacionais, sendo cada unidade composta de sala, dois quartos, banheiros e área de serviço, perfazendo um total de 39,36m². O empreendimento ainda conta com a construção de quadras poliesportiva, quiosques, centro comunitário, ciclovia e pista de Cooper. Ao todo serão beneficiadas mais de 9000 pessoas.

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RESIDENCIAL JACILDO MESQUITA

Construção de 465 unidades habitacionais no município de São Sebastião do Passé,  em Araçatiba, na rua Padre Luiz Ferreira de Brito, totalizando uma área de 63.197,80m². As unidades serão compostas por sala, dois quartos, banheiro, cozinha e área de serviço, o empreendimento ainda contará com a construção de quadras poliesportivas, quiosques, centro comunitário e parque infantil com intuito de proporcionar maior lazer aos beneficiários. Ao todo cerca de 1.860 pessoas serão beneficiadas.

Abaixo algumas imagens.

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Notícias

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Apesar da boa notícia, produção deverá ser parecida com a de 2019, reflexo dos efeitos da seca nas lavouras durante o ano passado. Chuva ajuda no desenvolvimento dos cafezais do Espírito Santo noroeste do Espírito Santo, a chuva ficou acima do esperado nos primeiros meses de 2020, mas os cafezais ainda sentem os efeitos da seca que atingiu a região no ano passado. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O motivo é que 2019 foi um ano quente e seco e isso prejudicou os pés. Em algumas cidades, é estimada uma perda de até 30%, refletindo na produção estadual, que é o maior fornecedor da variedade conilon no país. A expectativa é que o espírito santo colha em torno de 10,5 milhões de sacas. A colheita do café começa no final de abril. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1

Prejuízos afetam da produção de soja até a pecuária de leite. Estudos apontam aquecimento global como motivo. Seca atinge em cheio o RS e produtores pedem ajuda do governo Agricultores e produtores de leite do Rio Grande do Sul enfrentam uma grave seca, e mais de 200 municípios decretaram situação de emergência. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Falta água para as plantas, para os animais e até para as pessoas que moram nas cidades. Em março, a chuva no estado ficou em 28 milímetros – um quarto da média histórica. Para amenizar a crise atual, o setor agropecuário do Rio Grande do Sul pediu ajuda ao governo federal. O ministério da agricultura afirma que está avaliando as reivindicações dos produtores. Durante 10 dias, o Globo Rural 3 mil km e 6 municípios gaúchos castigados pela falta de chuva.No município Tupanciretã, o produtor rural Carlos Chelotti e o filho produzem grãos e cria gado de corte em 1.430 hectares. “O que eu posso dizer? As contas não são pagas, as coisas complicam. Você não sabe o que faz”, lamenta Carlos Chelotti. Há cerca de 10 km da fazenda de Chelotti, na propriedade do agricultor Ricardo Prado, a colheita dos 700 hectares de soja já começou. O resultado também é desanimador: a produção caiu de 70 sacos por hectare para 20. Dados da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) do estado mostram que o Rio Grande do Sul tem 270 mil produtores, e, na safra passada, foram colhidos 19,4 milhões de toneladas do grão. Para este ano, a expectativa é de pouco mais de 9 milhões de toneladas, uma quebra de quase 60% da produção. A dívida dos produtores rurais com custeio da lavoura, maquinário e arrendamento de terras já passa dos R$ 15 bilhões. Em Garibaldi, capital nacional do espumante, a produção de uvas também foi afetada pela seca. Das 460 toneladas que costumava colher só conseguiu 250. “Lá em outubro e novembro, choveu bastante, 21 dias consecutivos de chuva e acabou atrapalhando a floração do cacho. Então foi diminuindo, diminuindo e agora vem com uma falta de chuva drástica e aí prejudicou a produção, não a qualidade, a qualidade melhorou”, explica o produtor Cristiano Brigolini. Na Serra Gaúcha, em Farroupilha, o pecuarista Itamar Tang também teve prejuízo na produção de leite. Em 14 hectares, ele mantém 35 vacas em lactação e, antes da seca, tirava uma média de 1400 litros por dia. Agora, mal chega aos 900 litros. Tang resolveu irrigar a lavoura de uma forma improvisada. Despeja nela, a água que foi usada para lavar o barracão das vacas. Mas esse esforço não vai ser suficiente. “A única opção é vender alguns animais e comprar alimento”, diz. Ele e mais 3.060 produtores da região fazem parte uma cooperativa, por enquanto a diminuição na produção de leite foi de 10%, mas a expectativa é que a queda seja pior nos próximos meses por causa da falta de alimento para os rebanhos. Soledade, cidade com cerca de 30 mil habitantes, também enfrenta dificuldades por causa da falta de chuvas. O rio Espraiado, responsável pelo abastecimento urbano, está com o nível muito baixo. “Nunca tínhamos visto uma situação tão grande de estiagem no município, nós temos falta de água no perímetro urbano, como também temos problemas sérios falta de água para o consumo humano no interior, como também para os animais, afirma o prefeito Paulo Ricardo Cattaneo. Na zona rural de Soledade, a Defesa Civil socorreu as propriedades fornecendo água em bolsões de lona com capacidade para 4.500 litros, que são abastecidos a cada dois dias. É com essa água que o produtor rural Josir Silvara tenta manter o rebanho. “Teve quatro já que já morreu já por causa disso daí (fome e sede). Essa aqui já vem sendo a quinta a sexta já que está nesse estado”, conta. A seca prolongada prejudicou a produção de milho para silagem que alimenta as vacas leiteiras. A expectativa era colher 600 toneladas de silagem de milho, mas, só conseguiram 120. Menos comida, menos leite. A produção caiu para 1.500 litros por dia, metade do que a família Silvara conseguia antes da seca. “Não está fechando as conta, a gente tá pagando para trabalhar”, conta Elisandra, esposa de Josir. A ciência explica Muitos cientistas acreditam origem da estiagem pode estar nas mudanças climáticas. O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Eduardo Assad estuda o clima há 25 anos. Para ele, a seca prolongada no Rio Grande do Sul está diretamente ligada ao aquecimento global. “Por aumento de temperatura e aumento de emissão de gás efeito estufa, essa maior emissão de gás de efeito estufa provoca o aumento de temperatura e aí você provoca um desequilíbrio no sistema planetário”, afirma. Ainda, segundo o pesquisador, a estiagem deste ano já havia sido apontada em estudos antigos. “Em 2007 a gente soltou um primeiro trabalho que mostrou que a seca em 2020 no Sul poderiam chegar a R$ 5 bilhões (de prejuízo). Esse estudo foi repetido em 2012, 2014, 2016, 2012, e todos esses estudos apontavam para perdas grandes”, explica Assad. O professor afirma ainda, que para enfrentar os problemas climáticos, é preciso investir em preservação, gestão e tecnologia. Veja notícias do Agronegócio no G1

Isolamento social fez com que os produtores precisassem inovar para manter a atividade em funcionamento. Delivery de hortaliças vira alternativa para manter renda de agricultores no interior de SP No cinturão verde de São Paulo, as incertezas tomam conta da produção de hortaliças. O motivo são as dificuldades de levar o produto até os consumidores. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Em Mogi das Cruzes, os prejuízos para os pequenos agricultores da região já chegam a 70%. Neste cenário de isolamento social provocado pelo coronavírus, o jeito é usar a criatividade. É o que está fazendo o agricultor José Carlos Moreira, que planta hortaliças e agora faz delivery de seu produtos em uma rede social. Em pouco tempo, a quantidade de pedidos disparou. Ele está fazendo, em média, 200 entregas por dia. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1

Empresário foi condenado a 37 anos de prisão no julgamento do mensalão do PT. No semiaberto, Marcos Valério poderá sair durante o dia para trabalhar. O ministro Luís Roberto Barroso, do STF Nelson Jr./SCO/STF O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (4) o empresário Marcos Valério a progredir do regime fechado para o semiaberto. Marcos Valério foi condenado a 37 anos de prisão no julgamento do mensalão do PT e, no regime semiaberto, poderá sair durante o dia para trabalhar. O empresário tem outra condenação confirmada em segunda instância, mas a execução da pena está suspensa por decisão do ministro Celso de Mello. Diante disso, Barroso entende que Marcos Valério pode progredir para o regime semiaberto mesmo com a outra condenação. Barroso autorizou a progressão de regime de prisão por considerar que Valério preenche os seguintes requisitos: já cumpriu um sexto da pena (mais de seis anos e meio); teve bens bloqueados e não tem condições de pagar a multa de R$ 4,4 milhões imposta pelo STF. Marcos Valério foi condenado pelos crimes de corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Ele cumpre pena desde 2013 e está preso na penitenciária Nelson Hungria, na região metropolitana de Belo Horizonte. Valério tem um acordo de delação premiada em vigor e agora poderá deixar o presídio durante o dia para trabalhar. Marcos Valério, condenado pelo STF no julgamento do mensalão do PT Futura Press Argumentos A Procuradoria Geral da República opinou contra a progressão de regime. Argumentou que Marcos Valério não pagou a multa imposta na condenação e ainda teria cometido falta grave na cadeia. Barroso, contudo, considerou que Valério comprovou não ter recursos disponíveis e que não foi concluída a apuração sobre as faltas na prisão. "Diante desse contexto, com o devido respeito às manifestações da Procuradoria Geral da República, não vejo como indeferir o pedido de progressão de regime, ao argumento de que ainda não estaria suficientemente esclarecida a situação relativa à ocorrência de faltas graves. Isso porque, do quanto se sabe até o momento, o apenado foi absolvido no processo administrativo disciplinar e o Ministério Público Estadual ainda não chegou a uma conclusão segura no procedimento investigatório criminal", escreveu o ministro. Luís Roberto Barros também afirmou que não seria "justo e sequer proporcional" esperar a conclusão da investigação para conceder progressão de regime. Ainda conforme a decisão, a dívida foi atualizada para o valor de R$ 9 milhões. O que a defesa argumentou A defesa de Marcos Valério chegou a pedir a Barroso para o empresário ser autorizado a cumprir a pena em prisão domiciliar porque Minas Gerais não teria estabelecimentos compatíveis para pena no semiaberto. Os advogados argumentaram ainda que, por ser delator, Valéria pode sofrer riscos, além de ter problemas de saúde. A defesa anexou também proposta de trabalho na empresa JRK Locadora & Transportadora. A oferta de trabalho será avaliada pela Vara de Execuções Penais de Contagem. O ministro negou a prisão domiciliar porque a Justiça de Minas informou que há estabelecimentos para presos do semiaberto e que ele poderia ser transferido para Ribeirão das Neves ou outra cidade do estado. "Diante do exposto, defiro ao condenado Marcos Valério Fernandes de Souza a progressão para o regime semiaberto, desde que observadas as condições a serem impostas pelo Juízo delegatário desta execução penal, tendo em vista o procedimento geral utilizado para os demais condenados que cumprem pena na Comarca de Contagem." Outra condenação O empresário tem outra condenação confirmada em segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas a execução da pena está suspensa por decisão do ministro Celso de Mello. Diante disso, Barroso entende que Marcos Valério pode progredir para o regime semiaberto mesmo com a outra condenação. Barroso também mencionou que a apuração sobre se Valério foi alvo de achaques na cadeia ainda não foi concluída, por isso a questão também não pode ser levada em consideração.

Ex-sócios de Marcos Valério, os publicitários Cristiano Paz e Ramon Hollerbach tiveram as penas privativas de liberdade perdoadas pelo ministro Luís Roberto Barroso. Indulto de Temer dá perdão de pena a condenados no mensalão e na Lava Jato O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), perdoou a pena de mais dois condenados no julgamento do mensalão do PT com base no indulto natalino editado, em 2017, pelo então presidente da República, Michel Temer. Ex-sócios do empresário Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach tiveram extintas as penas privativas de liberdade, mas continuam com a obrigação de pagar a multa imposta pela Suprema Corte. Publicitário, Ramon Hollerbach foi condenado no julgamento do mensalão do PT a 27 anos, 4 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato. Condenado a 23 anos, 8 meses e 20 dias de reclusão, Cristiano Paz também é publicitário. Ele foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de atuar na obtenção de empréstimos fraudulentos que alimentavam o esquema do mensalão do PT. Paz fundou a SMP&B, agência de publicidade que, de acordo com o Ministério Público, repassou dinheiro para o pagamento de propina a parlamentares em troca de votos a favor do governo Luiz Inácio Lula da Silva. "Diante do exposto, acolhendo o parecer da Procuradora-Geral da República, e na linha da orientação do plenário do STF, declaro extinta a pena privativa de liberdade imposta ao sentenciado Ramon Hollerbach Cardoso, com apoio no art. 107, inciso II, parte final, do Código Penal, e nos termos do Decreto nº 9.246/2017. Por outro lado, indefiro o indulto da pena de multa imposta cumulativamente à pena privativa de liberdade", escreveu Barroso na decisão que perdoou a pena de prisão de Ramon Hollerbach. O indulto é um perdão de pena e costuma ser concedido todos os anos em período próximo ao Natal. É uma prerrogativa do presidente da República. Cármen Lúcia suspende parte do indulto de Natal concedido por Temer O decreto assinado por Temer reduziu para um quinto o período de cumprimento de pena exigido para que o preso por crimes sem violência ou grave ameaça pudesse receber o benefício e obter liberdade. Antes, era necessário cumprir um quarto da pena para obter o benefício. O decreto foi suspenso pela então presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, em dezembro de 2017. Em março de 2018, Barroso concedeu liminar (decisão provisória) limitando a aplicação do indulto. O ministro aumentou o período de cumprimento para, pelo menos, um terço da pena, permitindo indulto somente para quem foi condenado a mais de oito anos de prisão. O magistrado também vetou a concessão para crimes de colarinho branco e para quem tem multa pendente. Porém, em maio deste ano, o plenário do Supremo decidiu validar a norma editada por Temer, que reduziu o tempo de cumprimento das penas a condenados por crimes cometidos sem violência ou grave ameaça, como os de colarinho branco. Outros perdões O decreto de indulto natalino de Temer já beneficiou, neste ano, outros dois condenados pelo mensalão do PT. Com base na decisão do plenário do STF, Luís Roberto Barroso passou a aplicar o entendimento da maioria da Corte e perdoou, no início de junho, as penas de Kátia Rabello e José Roberto Salgado, ex-dirigentes do Banco Rural condenados no julgamento do mensalão do PT. Na decisão em que perdoou as penas dos dois banqueiros, Barroso destacou que foi contra a aplicação do indulto de Temer por entender que a norma facilitou a aplicação do perdão da pena para crimes de colarinho branco, no entanto, enfatizou que ficou vencido no julgamento. Kátia Rabello e José Roberto Salgado foram condenados pelo Supremo a 14 anos e cinco meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas. O tribunal considerou que os dois comandaram o braço financeiro do esquema de compra de votos criado para favorecer o governo Lula. Eles começaram a cumprir a pena em 2013 em regime fechado, na prisão, mas, em 2015, foram autorizados a passar para o semiaberto (quando é possível sair durante o dia). No ano seguinte, progrediram para o regime aberto, cumprindo a pena em casa, com restrições à noite e aos finais de semana. Quando receberam o indulto, os dois estavam em liberdade condicional, cumprindo o resto da pena em casa e tendo que se apresentar periodicamente ao juiz. Lava Jato Ex-senador Gim Argello é beneficiado pelo indulto de Natal e deixa prisão O ex-senador do Distrito Federal Gim Argello foi outro beneficiado pelo indulto natalino de Michel Temer. Ele havia sido condenado, em novembro de 2017, em segunda instância pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 11 anos e oito meses de reclusão. O ex-parlamentar do Distrito Federal, entretanto, obteve autorização para deixar a prisão em 14 de junho de 2019. A decisão que garantiu a liberdade de Gim Argello foi assinada pela juíza Ana Carolina Ramos, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba. No caso de Gim Argello, na época em que o indulto foi assinado, ele já tinha cumprido um quinto da pena – 2 anos, seis meses e 16 dias de detenção.

 Hollerbach, um dos sócios de Marcos Valério, foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato. Ramon Hollerbach na época da prisão em 2013 Reprodução/TV Globo O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta terça-feira (31) que o ministro Edson Fachin rejeitou um pedido da defesa de Ramon Hollerbach para revisão criminal da pena na Ação Penal 470, o mensalão do PT. Ainda de acordo com o Supremo, os advogados de Hollerbach pretendiam desconstruir parte da condenação dele e absolver o publicitário, um dos sócios de Marcos Valério; ou como alternativa, tentaram a revisão da pena privativa de liberdade. A defesa alegou que, com a absolvição dos réus quanto ao crime de quadrilha, ficou definitivamente rechaçada a tese do mensalão, conforme o STF. O relator considerou que o pedido “não se funda em novas provas descobertas após a condenação, bem como que os argumentos e fatos que a defesa pretendeu comprovar não são aptos a desconstituir, ainda que parcialmente, o título condenatório”. O advogado Estevão Ferreira de Melo afirmou que vai recorrer da decisão, assim que for intimado oficialmente. Ele disse ainda que novas “provas robustas” foram apresentadas para a redução da pena e o ministro as desconsiderou. Ramon Hollerbach foi condenado a 27 anos, quatro meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e peculato no mensalão do PT cumpre pena na Associação de Proteção ao Condenado (Apac) de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Ministro da Educação respondeu ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, declarações eram genéricas e não tinham alvo específico. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de ação apresentada por dez deputados estaduais da Bahia na qual pediam que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, desse explicações sobre a afirmação de que universidades federais têm plantações de maconha. Na ação, os parlamentares questionaram, por meio de interpelação judicial apresentada ao STF, manifestações do ministro publicadas em jornal e sites. A interpelação serve para que uma autoridade explique se a fala foi ou não ofensiva. Diante da resposta, cabe ao interessado decidir se apresenta ou não ação por injúria, calúnia ou danos morais. Depois de apresentada a ação, o ministro Ricardo Lewandowski perguntou se Weintraub queria dar explicações. No último dia 20 de março, o ministro respondeu que as afirmações foram "genéricas" e sem intenção de atingir uma pessoa específica. Ele afirmou ter usado do direito fundamental de livre manifestação de pensamento. Nesta sexta-feira, Lewandowski arquivou o caso nesta sexta-feira (27) por considerar que, com a resposta, o processo está encerrado. Na ação, os deputados afirmaram que o ministro "teria afirmado dentre outras coisas, que universidades federais escondem plantações extensivas de maconha". G1 em 1 Minuto: Weintraub reafirma na Câmara que há produção de drogas em universidades Em dezembro, após convocação, Weintraub compareceu à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos e reafirmou as declarações. A Advocacia Geral da União (AGU), que respondeu em nome de Weintraub, disse que "nem o sentido literal das declarações nem o seu contexto permitem a interpretação de que o interpelado se referisse a alguma comunidade acadêmica determinada ou concretamente determinável". "Na verdade, a entrevista do senhor Ministro da Educação apenas repercutiu fatos dos quais o interpelado tomou conhecimento através da imprensa, não sendo este o autor ou o responsável pela divulgação do conteúdo da fala contestada pelos interpelantes", afirmou a AGU. A AGU disse ainda que a fala do ministro está respaldada "no direito fundamental de livre manifestação do pensamento, conforme prevê artigo 5º, IV, da Constituição".

Interessados devem se cadastrar entre os dias 1º e 27 de abril. Processo é eletrônico. Imagem área do campus da Unicamp Perri/ Unicamp A Unicamp abre nesta quarta-feira (1) o período de inscrições para o processo seletivo de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC/ PIBITI). O programa permite aos alunos de graduação a oportunidade de aprimorar a formação acadêmica, por meio da participação em projetos de pesquisa com concessão de bolsas ou de maneira voluntária. O processo é eletrônico e segue até 27 de abril. Clique e veja o edital na íntegra Os interessados devem fazer a inscrição no site da Pró-Reitoria de Pesquisa. No ato da inscrição, candidato deve optar por uma das seguintes modalidades: iniciação científica, iniciação tecnológica ou iniciação voluntária (não há bolsa). Além das tradicionais bolsas, a Unicamp destacou que fez parceria com uma empresa de produtos químicos para oferecer dez bolsas aos estudantes que tenham cursado integralmente o ProFIS (curso de ensino superior da universidade estadual voltado aos estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas de Campinas) e estejam matriculados em qualquer curso de graduação da Unicamp. Neste caso, a bolsa é de R$ 900 e a opção deve ser selecionada no ato da inscrição. Serviço Mais informações estão disponíveis no site www.prp.unicamp.br/pibic, pelo e-mail pibic@reitoria.unicamp.br ou telefone (19) 3521-4891. Atividades suspensas As atividades presenciais na universidade estão suspensas até 30 de abril, em virtude dos casos do novo coronavírus. Até sexta-feira, a Secretaria Municipal de Campinas (SP) contabilizou 19 registros confirmados e 489 em investigação, enquanto outros 59 já foram descartados. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Equipamento produzido é uma haste que segura uma folha de acetato e com isso garante maior proteção aos profissionais da saúde que estão em contato direto com pacientes infectados pela Covid-19. Voluntários fazem máscaras em impressoras 3D Um grupo de pesquisadores e voluntários da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em São José dos Campos se uniu para produzir máscaras de acetato e doar a hospitais em todo o país. O equipamento produzido por eles é uma haste que segura uma folha de acetato e com isso garante maior proteção aos profissionais da saúde que estão em contato direto com pacientes infectados pelo coronavírus (Covid-19). MAPA DO CORONAVÍRUS: as cidades com infectados e o avanço dos casos Saiba tudo sobre o novo Coronavírus Veja as principais notícias sobre o coronavírus na região De acordo com a engenheira biomédica Maria Elizete Kunkel, idealizadora do projeto, a demanda pelo item cresceu com o avanço da Covid-19 e, com isso, ele não tem sido facilmente encontrado no mercado. A pesquisadora trabalha com impressão 3D e se reuniu com um grupo para projetar um modelo de máscara que pudesse ser feito em pouco tempo para atender aos hospitais. Coronavírus: pesquisadores da Unifesp doam para hospitais máscaras feitas em impressora 3D Reprodução/ TV Vanguarda O modelo foi aprovado por equipes médicas de hospitais em São Paulo e Rio de Janeiro.A pesquisadora, então, abriu um formulário na última semana para que hospitais de todo o país solicitassem o material. A demanda até quarta-feira (25) já era de cerca de 300 mil unidades. "Eu distribuí as impressoras do meu laboratório e estamos virando os dias em uma força-tarefa para produzir os equipamentos e entregar aos hospitais. Hoje nós já temos cerca de mil pessoas cadastradas como voluntárias para reforçar a produção, entre pesquisadores e empresários em todo o país", explica. Thamires Verri, aluna de engenharia biomédica é voluntária no projeto Arquivo pessoal Uma das voluntárias é Thamires Verri, aluna de engenharia biomédica. Ela está com duas impressoras em casa, mantendo o isolamento social. "Estamos virando a madrugada. Trabalhei 19 horas para fazer trinta unidades da proteção. Nossa meta é continuar o trabalho para atender toda a demanda", comenta. Nesta semana foram distribuídas 50 unidades da proteção para o Hospital Municipal de São José dos Campos e 30 para o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC). Todo o processo vem sendo divulgado pelas rede sociais, onde Maria Elizete também faz lives com pesquisadores para falar sobre o trabalho científico no combate a doença. Toda a mão de obra e tecnologia usada na produção é voluntária. Apesar disso, o grupo depende de doação da matéria prima e tem feito campanhas na internet. O grupo mantém uma páginas onde é possível fazer doações em dinheiro, se cadastrar para contribuir com trabalho voluntário em casa (é preciso ter uma impressora 3D) ou onde os hospitais podem pedir doações das máscaras. Pesquisadores da Unifesp doam para hospitais máscaras feitas em impressora 3D Reprodução/ Projeto Hígia Initial plugin text

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Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Caso foi em Chicago. Segundo diretora do Departamento de Saúde Pública do estado, a morte é a primeira desse tipo; causa está sendo investigada. Um bebê de menos de um ano de idade que estava infectado com Covid-19 morreu no sábado (28) em Chicago, no estado americano de Illinois, informou o Departamento de Saúde Pública estadual. A diretora do departamento, Ngozi Ezike, afirmou que a causa da morte do bebê está sendo investigada. O estado não divulgou mais detalhes sobre a criança. “Nunca houve uma morte associada à Covid-19 em uma criança. Uma investigação completa está em andamento para determinar a causa da morte”, disse Ezike. “Devemos fazer tudo o que pudermos para impedir a propagação desse vírus mortal. Se não para nos proteger, mas para proteger aqueles ao nosso redor". Departamento de Saúde de Illinois disse que a criança tinha Covid-19 G1 Pedestre caminha em avenida deserta em Chicago, Illinois. Scott Olson / Getty Images / AFP Initial plugin text

6.528 pessoas morreram pela doença no país; número de casos saltou de 72,2 mil no sábado (28) para quase 78,8 mil neste domingo. Profissional de saúde usando máscara e vestes protetoras contra a Covid-19 em Madri, na Espanha, no dia 28 de março. Sergio Perez/Reuters A Espanha teve 838 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, divulgou o Ministério da Saúde do país neste domingo (29). O número é o segundo recorde diário nos últimos dois dias: entre sexta-feira (27) e sábado (28), o país havia registrado 832 mortes, número mais alto até então. Últimas notícias de coronavírus de 29 de março Ao todo, 6.528 pessoas morreram por Covid-19 no território espanhol. O número é o segundo maior no mundo, menor apenas que o da Itália - que teve 10.023 mortes, segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Países com mais mortes por Covid-19 Neste domingo, o número de infecções pelo novo coronavírus chegou a 78.797 na Espanha, 6.549 a mais do que as registradas até sábado, quando havia 72.248 casos. A quantidade de registros da doença na Espanha é a quarta maior do mundo - atrás de Estados Unidos, Itália e China. Países com mais casos de Covid-19 Veja as recomendações para evitar o contágio pelo novo coronavírus Initial plugin text

A Espanha registrou 838 novas mortes, segundo recorde em dois dias. No mundo, o total de pessoas infectadas passa dos 670 mil. Paciente infectado com Covid-19 é colocado em avião militar alemão para ser transferido de Strasbourg, na França, para Ulm, na Alemanha, neste domingo (29). Christian Hartmann/Reuters Passa de 670 mil a quantidade de pessoas infectadas com a Covid-19 no mundo, de acordo com monitoramento da Universidade Johns Hopkins na manhã deste domingo (29). São 678.720 infectados, com 31,7 mil mortes registradas até as 09h. Outras 145,6 mil pessoas já se recuperaram da doença. Com 838 mortos nas últimas 24 horas, a Espanha registrou o segundo recorde diário de vítimas em dois dias, somando 6.528. O número de casos positivos subiu para 78.797. PANDEMIA: veja quais países já registraram casos da doença GUIA ILUSTRADO: sintomas, transmissão e prevenção CORONAVÍRUS: veja perguntas e respostas SÉRIE DE VÍDEOS: coronavírus, perguntas e respostas Mesmo com o aumento dos números, a Espanha continua como o segundo país com maior número de mortes até o momento, atrás apenas da Itália, que tem mais de 10 mil vítimas da doença. O país também é o segundo com o maior número de pacientes recuperados, 12.285, atrás apenas da China. A Nova Zelândia registrou a primeira morte por Covid-19 no país, uma mulher de 70 anos. No Brasil, havia 3.936 casos confirmados e mais de 100 mortes por Covid-19 até as 9h deste domingo, de acordo com balanço das secretarias estaduais de Saúde. No sábado (28), os Estados Unidos passaram dos 100 mil casos de contaminação em seu território, maior número do mundo. O país é o sexto com maior número de mortes no mundo: eram 2.191 até as 09h deste domingo (29), segundo monitoramento da Hopkins. Mesmo assim, o presidente americano, Donald Trump, disse que a quarentena não seria necessária nos estados de Nova York, Nova Jersey e Connecticut. Nova York e Nova Jersey são os estados americanos com maior número de casos, segundo monitoramento feito pelo jornal "The New York Times". Estados americanos com mais casos de Covid-19 Initial plugin text

Sophie Grégoire Trudeau, casada com o primeiro-ministro do Canadá, recebeu resultado positivo para o vírus em 12 de março. O presidente canadense, Justin Trudeau, e sua mulher, Sophie Gregoire, acenam ao desembarcar em Buenos Aires para o encontro do G20, nesta quinta-feira (29). Martin Bernetti/AFP Sophie Grégoire Trudeau, mulher do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou na noite de sábado (28) que está curada da Covid-19. Ela recebeu resultado positivo para o coronavírus em 12 de março. Por conta da doença, ela e seu marido foram obrigados a se isolar por duas semanas. "Me sinto muito melhor. Recebi um informe positivo do meu médico e dos serviços de saúde de Ottawa", disse Sophie em uma mensagem em seu perfil no Facebook. A mulher de Trudeau recebeu exame positivo para coronavírus logo após voltar de uma viagem a Londres. O diagnóstico fez com que o primeiro-ministro canadense, que não tinha sintomas, trabalhasse de casa, a quilômetros de seu escritório oficial e do parlamento. Desde então, ele faz seus informes diários à imprensa da escada de sua casa. Sophie agradeceu a "todos os que enviaram boas energias" e destacou que "não é fácil ficar sozinha", mas que "a distância física necessária para nos proteger deve nos encorajar a construir uma maior proximidade emocional". Antes do anúncio de sua mulher, Trudeau havia sugerido, durante coletiva de imprensa, que ele ficaria em casa com sua família, embora o período de 14 dias de isolamento já tenha expirado. "Continuamos seguindo os conselhos dos especialistas da área de saúde. Conforme orientações, estamos pedindo às pessoas que fiquem em casa e trabalhem de casa se for possível, e não saiam sem necessidade", disse o primeiro-ministro. *Com informações de agências internacionais. Initial plugin text

Com medição de temperatura em todos os lugares, obrigatoriedade no uso de máscara e QR code para rastrear os cidadãos, China começa a afrouxar a quarentena aos poucos Maria Luiza Emygdo vive em Xangai Maria Luiza Emygdo/Arquivo Pessoal Com mais de 81 mil casos confirmados e mais de 3.200 mortes por causa do novo coronavírus, a China vive um momento oposto a grande parte dos países do mundo. Enquanto Itália, Estados Unidos, Espanha veem as mortes por Covid-19 crescendo rapidamente, a China conseguiu "achatar a curva", ou seja, conseguiu estabilizar a curva de crescimento da doença e desacelerar o número de novos infectados. O primeiro caso da Covid-19 foi diagnosticado em dezembro do ano passado na China, mas foi em janeiro que o país começou a impor duras medidas para conter a disseminação do vírus. A quarentena por lá foi coisa séria. A estilista paulista Maria Luiza Emygdo, que vive há 3 anos em Xangai, uma das maiores cidades do país com mais de 24 milhões de habitantes, viveu uma quarentena restrita. Ela voltou de viagem do Brasil no início de fevereiro e por isso precisou ficar completamente isolada por 14 dias. Nesse período, ela ganhou uma tutora – única pessoa com quem ela teve algum tipo de contato. Ruas de Pequim retomam 'normalidade' pouco a pouco Luiz Tasso Neto/Arquivo Pessoal “Quando eu pedia comida, minha tutora acompanhava o pedido. Quando chegava, ela buscava na portaria do condomínio e trazia na porta do meu apartamento. Ela chegava aqui com uma roupa especial de proteção, com luvas e máscara. E tocava a campainha para que eu pudesse pegar a comida depois que ela saísse de perto. Era a mesma coisa com o lixo: colocava para fora do apartamento e avisava minha tutora que vinha com a mesma proteção recolher o lixo na minha casa”. Maria Luiza conta que Xangai é uma cidade cosmopolita e com uma vida noturna ativa. E nos dois meses de isolamento o cenário mudou. Todos os estabelecimentos comerciais fecharam, só ficaram mercados e algumas farmácias. As pessoas praticamente não saíam para a rua. Foi difícil, mas ela conta que valeu a pena. “Todo mundo por aqui comenta, a China está voltando a ter vida. Aos poucos, mas as coisas estão voltando a ser como eram antes do começo da epidemia”. Brasileiro descreve o ‘novo normal’ da vida na China com coronavírus Mas essa normalidade surge ainda com muito cuidado. A estilista conta que em todos os lugares a temperatura das pessoas é checada. No metrôs, nas entradas de condomínios e restaurantes. Todo mundo que vive na China está cadastrado em um aplicativo e vinculado a um QR code. Quem não está infectado recebe um código da cor verde e por isso tem autorização para andar na rua. Os táxis e carros de aplicativo estão paramentados para tentar conter as infecções: existe uma capa plástica que isola o motorista do passageiro. Luiz Tasso Neto vive em Pequim Luiz Tasso Neto/Arquivo Pessoal André Almeida também é de São Paulo, mora em Xangai e vem acompanhando todas essas mudanças. “A vida na China está voltando ao normal, mas agora isso é o que alguns chamam de novo normal aqui na China”. Ele conta que bares e restaurantes voltaram a abrir mas todo mundo anda na rua de máscara. O movimento nas ruas aumentou, e Almeida diz que agora voltou a ver famílias, inclusive com crianças, nos parques da cidade. Mas os cuidados para evitar um novo pico da doença ainda são intensos. Sempre que Almeida recebe uma entrega de comida em casa, por exemplo, vem junto da sacola uma etiqueta com a temperatura da pessoa que preparou e embalou o pedido. “O que eu costumo dizer aos meus amigos no Brasil é que dá pra ver uma luz no fim do túnel, basta manter todos os cuidados”, afirma. André Almeida diz que em Xangai o comércio está reabrindo, mas praticamente todo mundo anda de máscara André Almeida/Arquivo Pessoal Em Pequim, capital da China, o paulista Luiz Tasso Neto está há dois meses trabalhando de casa. Ele disse que há três semanas começou a ver o movimento na rua aumentar aos poucos: “Cada vez a gente se sente melhor porque as restrições, em termos de ir para rua, de se movimentar, são menores. As pessoas se sentem cada vez mais seguras, mas ainda há muito cuidado”. Ele conta que alguns bares e restaurantes já estão abertos mas ainda estabelecem um número máximo de pessoas por mesa. A ideia é evitar aglomeração. Ele acredita que cumprir todas as medidas da quarentena foi fundamental para que a vida pudesse aos poucos voltar ao normal no país. Checagem de temperatura no metrô de Xangai Maria Luiz Emygdo/Arquivo Pessoal O medo agora na China é que os casos da Covid-19 voltem a aumentar, principalmente por causa de pessoas que chegam infectadas do exterior, os chamados casos importados. “A gente sente que existe um risco, talvez, de uma segunda onda, de uma reinfecção. Por isso, o controle para quem chega de fora da China está sendo bem pesado. As pessoas precisam cumprir uma quarentena em um lugar designado pelo governo”, explica. A China decidiu ontem que vai banir a entrada de estrangeiros a partir da semana que vem. Todos esses brasileiros concordam que o pior parece já ter passado e que o sentimento nas ruas da China agora é de alívio e esperança. “Por aqui agora já tem primavera, já tem a luz do sol... A gente não vê a hora de que tudo volte totalmente ao normal mas é importante ter calma e entender que talvez ainda demore alguns meses”, aponta Maria Luiza. Initial plugin text